- Três armadores e operadores de terminais demonstraram interesse no leilão do porto de São Sebastião, agendado para dezembro de 2023.
- O novo terminal, chamado SSB01, deve receber investimentos de R$ 2,8 bilhões e aumentar a capacidade de movimentação do porto.
- A área operacional do terminal será de 262 mil metros quadrados, com dois berços de atracação, e a expectativa é quadruplicar a movimentação para 4,3 milhões de toneladas por ano.
- O porto de São Sebastião já movimentou 1,5 milhão de toneladas em 2023 e possui um calado de 25 metros, permitindo a atracação de navios grandes.
- A concessão pode ser finalizada antes do Tecon 10, que enfrenta disputas judiciais, e armadores como Maersk e MSC podem solicitar a paralisação do leilão em Santos.
Três armadores e operadores de terminais manifestaram interesse em participar do leilão do porto de São Sebastião, previsto para ocorrer em dezembro de 2023. O novo terminal, denominado SSB01, deve atrair investimentos de R$ 2,8 bilhões e aumentar a capacidade de movimentação do porto, atualmente limitado.
A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e o Ministério dos Portos e Aeroportos estão elaborando um modelo de concessão que permita a movimentação de contêineres, além de carga geral. A área operacional do novo terminal será de 262 mil metros quadrados, com dois berços de atracação, e a expectativa é quadruplicar a movimentação, alcançando 4,3 milhões de toneladas por ano.
O porto de São Sebastião, que já movimentou 1,5 milhão de toneladas em 2023, apresenta vantagens como a localização estratégica e um calado de 25 metros, permitindo a atracação de navios de grande porte. Em comparação, o Tecon 10, no porto de Santos, terá uma área de 622 mil metros quadrados e uma capacidade de 3,5 milhões de TEUs por ano, com investimentos que podem chegar a R$ 40 bilhões.
A concessão do porto de São Sebastião pode ser finalizada antes do Tecon 10, que enfrenta disputas judiciais. Armadores como Maersk e MSC podem solicitar a paralisação do leilão em Santos devido a restrições que visam evitar a concentração de mercado. A expectativa é que o modelo de concessão do porto de São Sebastião seja encaminhado ao Tribunal de Contas da União (TCU) após a audiência pública.
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