- O Bitcoin atingiu um novo recorde de $123,153.22, impulsionado por expectativas de legislações nos Estados Unidos.
- Após a rejeição de projetos de lei sobre criptomoedas na Câmara dos Representantes dos EUA, o preço da criptomoeda caiu.
- Na manhã de sexta-feira, o Bitcoin estava cotado a $119,833.56, segundo a CoinMarketCap.
- Especialistas, como Gerry O’Shea, preveem que o preço pode chegar a $140,000 até o final do ano, representando um aumento de quase 17%.
- O Bitcoin subiu mais de 28% desde o início do ano, enquanto o ouro teve alta de cerca de 27%.
O Bitcoin alcançou um novo marco histórico, atingindo $123,153.22 nesta semana, impulsionado pela expectativa de legislações nos EUA que poderiam aumentar a demanda institucional. No entanto, a criptomoeda enfrentou uma queda após a rejeição de projetos de lei relacionados a criptomoedas na Câmara dos Representantes dos EUA, onde 13 republicanos se uniram aos democratas para bloquear a proposta em uma votação de 196 a 223.
Após a queda, o Bitcoin se recuperou levemente, sendo cotado a $119,833.56 na manhã de sexta-feira, segundo dados da CoinMarketCap. Especialistas do mercado, como Gerry O’Shea, da Hashdex, mantêm uma visão otimista, prevendo que o preço pode chegar a $140,000 até o final do ano, o que representaria um aumento de quase 17% em relação aos valores atuais.
Expectativas de Crescimento
O interesse por Bitcoin tem crescido, com a criptomoeda subindo mais de 28% desde o início do ano. Em comparação, o ouro, tradicionalmente considerado um ativo seguro, subiu cerca de 27%, enquanto o índice S&P 500 teve um aumento modesto de 7.07%. O’Shea destaca que o Bitcoin tem se mostrado um ativo maduro, agora classificado como o sétimo maior ativo do mundo e o segundo maior commodity após o ouro.
A crescente correlação negativa entre o Bitcoin e ativos tradicionais, como o dólar americano, também tem contribuído para seu apelo como um mecanismo de diversificação. O’Shea observa que a incerteza em torno da posição de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, tem incentivado investimentos em ativos de risco, como o Bitcoin.
Investindo em Bitcoin
Apesar do entusiasmo, a volatilidade do Bitcoin continua a ser uma preocupação. Matt Kaufman, da Calamos Investments, aponta que a volatilidade do Bitcoin pode ser de 60% ao ano, comparada a 13% a 14% do ouro. Para investidores que desejam se expor à criptomoeda, Kaufman recomenda ETFs de Bitcoin, que oferecem uma forma mais segura de investimento.
Os ETFs de Bitcoin, como os oferecidos pela Calamos e Hashdex, têm atraído atenção significativa este ano. O ETF da BlackRock, por exemplo, teve um retorno de 27.69% até julho. O’Shea sugere que investidores considerem alocar entre 1% a 3% de seus portfólios em Bitcoin, com a possibilidade de aumentar essa participação para 10% nos próximos anos.
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