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Meta recusa assinar acordo europeu de inteligência artificial por temer retrocesso econômico

Meta não assina Código de Conduta da Comissão Europeia e alerta sobre incertezas jurídicas que podem frear a inovação em IA.

Jakub Porzycki | Nurphoto | Getty Images
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  • A Meta Platforms anunciou que não assinará o Código de Conduta da Comissão Europeia para modelos de inteligência artificial de uso geral.
  • A decisão foi comunicada pelo chefe de relações globais da empresa, Joel Kaplan, em uma postagem no LinkedIn.
  • Kaplan afirmou que o código gera incertezas jurídicas e pode prejudicar o desenvolvimento de inteligência artificial na Europa.
  • Ele criticou a abordagem da Europa, alegando que o código vai além do que a Lei de Inteligência Artificial exige e pode limitar a inovação.
  • Outras empresas, como ASML e Airbus, também expressaram descontentamento com as novas regras, enquanto mais de 40 empresas europeias pediram a suspensão da implementação do código por dois anos.

A Meta Platforms anunciou que não assinará o Código de Conduta da Comissão Europeia para modelos de inteligência artificial de uso geral. A decisão foi divulgada pelo chefe de relações globais da empresa, Joel Kaplan, em uma postagem no LinkedIn. Kaplan argumentou que o código gera incertezas jurídicas e pode prejudicar o desenvolvimento de IA na Europa.

O executivo criticou a abordagem da Europa, afirmando que o código vai além do que a Lei de IA exige. Ele destacou que a regulamentação excessiva pode limitar a inovação e o crescimento de empresas que desejam desenvolver tecnologias de IA. Kaplan não está sozinho em suas preocupações; outras grandes empresas, como ASML e Airbus, também expressaram descontentamento com as novas regras.

Críticas ao Código de Conduta

O Código de Conduta, que entrará em vigor em agosto de 2025, visa garantir a transparência e a segurança dos modelos de IA disponíveis no mercado europeu. A Comissão Europeia acredita que a adesão ao código reduzirá encargos administrativos e proporcionará maior segurança jurídica. No entanto, Kaplan e outros críticos argumentam que isso pode “estagnar” o desenvolvimento de modelos de IA avançados na região.

Recentemente, mais de 40 empresas europeias assinaram uma carta pedindo a suspensão da implementação do código por dois anos. Enquanto isso, a OpenAI se comprometeu a assinar o código, destacando a necessidade de um equilíbrio entre regulamentação e inovação. A situação reflete um debate crescente sobre como regular a IA sem sufocar o progresso tecnológico.

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