- O vice-presidente e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin, lidera a resposta do governo brasileiro às tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos do Brasil.
- Alckmin já se reuniu com mais de 120 líderes empresariais em 12 encontros realizados em quatro dias.
- Os encontros visam alinhar estratégias e preparar uma resposta coordenada às tarifas.
- Participaram representantes de setores como agronegócio, siderurgia, automotivo, mineração, tecnologia e têxtil, incluindo empresas como Embraer, JBS, Apple, Google e Coca-Cola.
- O governo também considera retaliações e um plano de socorro econômico para os setores mais afetados.
BRASÍLIA – O vice-presidente e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin, está liderando um esforço do governo brasileiro para enfrentar as tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos do Brasil. Desde a criação de um comitê, Alckmin já se reuniu com mais de 120 líderes empresariais em 12 encontros realizados em apenas quatro dias.
Os encontros têm como objetivo alinhar estratégias e preparar uma resposta coordenada às medidas protecionistas do governo norte-americano. Participaram das reuniões representantes de setores estratégicos, incluindo agronegócio, siderurgia, automotivo, mineração, tecnologia e têxtil. Entre as empresas presentes estão Embraer, JBS, Apple, Google e Coca-Cola, além de associações como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Mobilização e Diplomacia
A mobilização do setor produtivo ocorre em paralelo a articulações diplomáticas do governo. A expectativa é que, com um diagnóstico preciso sobre os impactos das tarifas, o Brasil consiga reverter a ofensiva norte-americana. O governo também está considerando uma estratégia de resposta que pode incluir retaliações e um plano de socorro econômico para os setores mais afetados.
Alckmin enfatiza a importância do diálogo com o setor produtivo para construir uma resposta eficaz. O governo busca não apenas mitigar os efeitos das tarifas, mas também fortalecer a posição do Brasil no comércio internacional diante de desafios protecionistas.
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