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Jambu ganha destaque na COP30 com aumento na demanda por hortaliça amazônica

Produção de jambu cresce com novos produtos, como licor de cacau, e promete impulsionar negócios sustentáveis na Amazônia.

Produção de jambu em Ananindeua (PA) (Foto: Nayara Figueiredo/Globo Rural)
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  • O jambu, hortaliça nativa da Amazônia, está se destacando no mercado internacional.
  • O agricultor José Erivaldo Macedo, de Castanhal (PA), prevê dobrar seu faturamento em 2025, alcançando R$ 3 milhões.
  • Ele cultiva jambu há oito anos e aumentou a produção em 50%, totalizando 5 toneladas de flores mensais.
  • Tatiana Sinimbu, da marca Sinimbu, lança um licor de cacau com jambu para a COP 30, que ocorrerá em novembro em Belém (PA).
  • A expectativa é que a conferência amplie o reconhecimento do jambu e seus derivados, contribuindo para o desenvolvimento econômico da região.

O jambu, hortaliça nativa da Amazônia, está ganhando destaque no mercado internacional. José Erivaldo Macedo, agricultor de Castanhal (PA), prevê dobrar seu faturamento em 2025, alcançando R$ 3 milhões. Ele cultiva a planta há oito anos e, com investimentos em irrigação, conseguiu aumentar a produção em 50% em relação ao ano anterior, somando 5 toneladas de flores mensais.

Macedo, que não formou uma cooperativa, compra flores de cerca de 15 a 20 famílias de pequenos produtores. A demanda crescente por jambu é impulsionada por inovações no uso da planta, que vão além da culinária, incluindo bebidas e cosméticos. Tatiana Sinimbu, empreendedora da marca Sinimbu, está lançando um licor de cacau com jambu, uma das apostas para a COP 30, que ocorrerá em novembro em Belém (PA).

Desde 2016, Sinimbu tem explorado o potencial do jambu em diversos produtos, como cachaça e conservas. A empresária busca expandir sua atuação no mercado internacional, destacando o jambu como um ingrediente que pode elevar a visibilidade dos produtos amazônicos. Carol Vilanova, da loja Flor de Jambu, também aposta na planta, prevendo um faturamento de R$ 800 mil em 2025, um aumento de 70% em relação ao ano anterior.

Com a COP 30 se aproximando, o jambu se torna um símbolo da biodiversidade amazônica e das oportunidades de negócios sustentáveis. A expectativa é que a conferência amplie o reconhecimento global da hortaliça e seus derivados, contribuindo para o desenvolvimento econômico da região.

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