- O governo brasileiro confirmou a meta de superávit primário de 0,25% do PIB para 2026.
- A afirmação foi feita pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, durante coletiva sobre o relatório de despesas e receitas do terceiro bimestre.
- Durigan ressaltou a necessidade de revisar benefícios fiscais e negociar com o Congresso.
- O relatório não inclui os impactos da sobretaxa sobre importações que os Estados Unidos planejam aplicar.
- O governo permanece comprometido com a saúde das contas públicas e as negociações com o Legislativo são essenciais para o cumprimento das metas fiscais.
O governo brasileiro reafirmou a meta de superávit primário de 0,25% do PIB para 2026, conforme anunciado pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan. A confirmação ocorreu durante uma coletiva sobre o relatório de despesas e receitas do terceiro bimestre, realizada na tarde desta terça-feira.
Durigan destacou que a manutenção da meta está fundamentada em previsões já aprovadas e na necessidade de revisar benefícios fiscais, um tema que ainda precisa ser discutido com o Congresso. Ele mencionou que a proposta de superávit foi apresentada anteriormente pelo governo e permanece inalterada.
Negociações com o Congresso
O secretário-executivo enfatizou a importância de negociar benefícios fiscais com o Legislativo. Ele mencionou a medida provisória 303, que está em vigor, e a expectativa de que as discussões com a comissão mista, que já foi instalada, avancem. Durigan ressaltou que tanto iniciativas do Congresso quanto do Executivo estão em pauta para a implementação de novas propostas.
O relatório apresentado não inclui os impactos da sobretaxa sobre importações que os Estados Unidos planejam aplicar, pois essas medidas ainda não estão em vigor. Assim, qualquer efeito será considerado nas próximas análises, já que o documento atual abrange dados até junho.
O governo segue comprometido em manter a saúde das contas públicas, e a meta de superávit primário é um indicador crucial nesse contexto. As negociações em andamento com o Congresso serão determinantes para o sucesso das metas fiscais estabelecidas.
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