- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou o ex-presidente Barack Obama de traição, afirmando que ele tentou deslegitimar sua vitória nas eleições de 2016.
- Trump fez as declarações no Salão Oval, ao lado do presidente das Filipinas, Ferdinand Marcos Jr.
- Ele alegou que Obama liderou uma “tentativa de golpe” com a participação de Hillary Clinton e Joe Biden.
- As acusações foram reforçadas pela diretora da Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, que divulgou um relatório sobre uma suposta manipulação de informações de inteligência por Obama.
- Trump pediu consequências severas para os envolvidos, afirmando que houve uma tentativa de fraudar a eleição.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez acusações graves contra o ex-presidente Barack Obama, afirmando que ele cometeu “traição” ao tentar deslegitimar sua vitória nas eleições de 2016. Em uma declaração no Salão Oval, ao lado do presidente das Filipinas, Ferdinand Marcos Jr., Trump afirmou que Obama liderou uma “tentativa de golpe” com a participação de figuras como Hillary Clinton e Joe Biden. “Obama foi pego. Ele era o chefe da gangue”, declarou Trump.
As acusações surgem após a diretora da Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, divulgar um relatório que alega uma “conspiração traiçoeira” orquestrada por Obama para desacreditar a vitória de Trump, associando-a a uma suposta interferência russa. Em tom contundente, Trump afirmou que seu antecessor tentou criar uma narrativa de conluio com o Kremlin para minar seu governo. “Eles tentaram fraudar a eleição e foram pegos. Isso precisa ter consequências muito severas”, disse.
Contexto das Acusações
Durante o governo Obama, em outubro de 2016, o Departamento de Segurança Nacional e o Escritório da Inteligência Nacional emitiram um comunicado acusando a Rússia de tentar interferir nas eleições, mas sem apontar envolvimento direto da campanha de Trump. A investigação subsequente, liderada pelo procurador especial Robert Mueller, concluiu em 2019 que não havia provas de conluio entre a campanha de Trump e o governo russo, embora tenha identificado esforços do Kremlin para influenciar o pleito.
A nova onda de acusações foi impulsionada por um comunicado de Gabbard, que afirma ter “evidências avassaladoras” de que Obama e seu gabinete manipularam informações de inteligência para minar a legitimidade de Trump. Em resposta, Trump publicou um vídeo em sua rede social, a Truth Social, mostrando uma representação de Obama sendo preso por agentes do FBI.
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