- Donald Trump criticou novamente o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, durante uma coletiva na Casa Branca.
- Trump afirmou que Powell deve ser demitido em breve, alegando que ele “fez um mau trabalho” ao manter as taxas de juros elevadas, dificultando a compra de imóveis.
- O ex-presidente sugeriu que as taxas deveriam ser reduzidas em três pontos percentuais, o que poderia beneficiar a economia em até US$ 1 trilhão por ano.
- Trump também questionou um projeto de reforma de US$ 2,5 bilhões na sede do Federal Reserve em Washington e pediu uma investigação sobre os gastos da instituição.
- Apesar das pressões, Powell reafirmou que não deixará o cargo antes do término de seu mandato, previsto para maio de 2026.
Donald Trump intensificou suas críticas ao presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, durante uma coletiva na Casa Branca. O ex-presidente afirmou que Powell deve ser demitido em breve, alegando que ele “fez um mau trabalho” ao manter as taxas de juros elevadas, dificultando a compra de imóveis. Trump declarou que as taxas deveriam ser reduzidas em três pontos percentuais, sugerindo que isso poderia beneficiar a economia em até US$ 1 trilhão por ano.
As declarações de Trump ocorrem em meio a um clima de incerteza sobre a permanência de Powell no cargo. Embora tenha questionado a possibilidade de demiti-lo, o ex-presidente indicou que Powell “sairá logo”. A pressão sobre o presidente do Fed aumentou, com críticas também vindo de figuras influentes do setor financeiro, como Mohamed El-Erian, que sugeriu que Powell renunciasse para proteger a autonomia da instituição.
Além das críticas à política monetária, o governo de Trump questionou um projeto de reforma de US$ 2,5 bilhões na sede do Fed em Washington. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, pediu uma investigação sobre os gastos do banco central, afirmando que a instituição tem se desviado de sua missão original. A insatisfação com a gestão de Powell se reflete também nas reações do mercado, que reagiu negativamente às especulações sobre sua demissão.
Trump, que nomeou Powell em 2017, tem criticado sua abordagem cautelosa em relação às taxas de juros desde seu primeiro mandato. Ele acredita que a atual política monetária prejudica o acesso ao crédito e a compra de imóveis. Apesar da pressão crescente, Powell reafirmou que não deixará o cargo antes do término de seu mandato, previsto para maio de 2026.
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