- A IBM reportou um crescimento de 8% na receita no segundo trimestre de 2025, totalizando US$ 17 bilhões.
- O lucro ajustado por ação foi de US$ 2,80, superando as expectativas do mercado.
- Apesar dos resultados positivos, as ações da empresa caíram até 6% devido ao desempenho abaixo do esperado na divisão de software, que cresceu apenas 10%.
- A receita da divisão de software foi de US$ 7,39 bilhões, abaixo da expectativa de US$ 7,43 bilhões.
- A empresa manteve a projeção de crescimento de pelo menos 5% na receita para o restante de 2025 e elevou a estimativa de margem operacional antes de impostos em 1 ponto percentual.
A IBM reportou um crescimento de 8% em sua receita no segundo trimestre de 2025, totalizando US$ 17 bilhões, e um lucro ajustado por ação de US$ 2,80, superando as expectativas do mercado. No entanto, as ações da empresa caíram até 6% após a divulgação dos resultados, refletindo preocupações com o desempenho da divisão de software.
A receita da divisão de software cresceu apenas 10%, alcançando US$ 7,39 bilhões, abaixo da expectativa de US$ 7,43 bilhões. A margem bruta da unidade foi de 83,9%, ligeiramente inferior à previsão de 84%. O CFO, Jim Kavanaugh, destacou que a divisão de infraestrutura teve um desempenho notável, com crescimento de 14%, totalizando US$ 4,14 bilhões, impulsionado pelo lançamento do novo mainframe z17.
Desempenho das Divisões
Além disso, a receita de consultoria subiu quase 3%, alcançando US$ 5,31 bilhões, superando a estimativa de US$ 5,16 bilhões. A IBM também anunciou a aquisição da Hakkoda, uma consultoria especializada em dados e inteligência artificial, como parte de sua estratégia de crescimento nesse setor. O CEO, Arvind Krishna, mencionou que tensões geopolíticas estão levando clientes a adotar uma postura mais cautelosa.
Para o restante de 2025, a IBM manteve a projeção de crescimento de pelo menos 5% na receita em moeda constante e reiterou a expectativa de geração de caixa superior a US$ 13,5 bilhões. A empresa também elevou em 1 ponto percentual a estimativa de margem operacional antes de impostos, destacando a retomada de contratos com o governo dos EUA e um ambiente regulatório mais favorável para fusões e aquisições.
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