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Mulher de 40 anos recompra empresa vendida por US$ 22 milhões após dois anos

Jaclyn Johnson retoma o controle da Create & Cultivate e planeja uma transformação em sua estratégia de eventos, focando em experiências personalizadas.

Jaclyn Johnson, fundadora da Create & Cultivate (Foto: LinkedIn | Reprodução)
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  • Jaclyn Johnson, fundadora da Create & Cultivate, recomprou o controle da marca no final de 2023.
  • A decisão foi feita em conjunto com a CEO Marina Middleton, após um ano de desenvolvimento de um novo modelo de negócios.
  • A Create & Cultivate, criada em 2015, teve um faturamento de US$ 14 milhões em 2019, mas a receita caiu para US$ 4,7 milhões em 2022 e pouco acima de US$ 5 milhões em 2023.
  • A nova estratégia visa transformar a marca em uma plataforma híbrida, combinando eventos de grande escala com experiências personalizadas para grupos de 30 a 50 pessoas.
  • A mudança reflete a adaptação às novas demandas do mercado e os desafios enfrentados durante a pandemia.

Jaclyn Johnson, fundadora da Create & Cultivate, recomprou o controle da marca no final de 2023, após vender sua participação majoritária em 2021 por US$ 22 milhões. A decisão foi tomada em conjunto com a CEO Marina Middleton, após um ano desenvolvendo um novo modelo de negócios focado em eventos menores e experiências personalizadas.

A Create & Cultivate, criada em 2015, teve um crescimento significativo, alcançando um faturamento de US$ 14 milhões em 2019. Contudo, a pandemia impactou severamente a receita, que caiu para US$ 4,7 milhões em 2022 e pouco acima de US$ 5 milhões em 2023. Johnson e Middleton perceberam a necessidade de uma nova abordagem para revitalizar a marca.

Com a recompra, Johnson planeja transformar a Create & Cultivate em uma plataforma híbrida, que combine eventos de grande escala com experiências altamente curadas. A nova estratégia visa atender a um público que busca eventos mais intimistas, com grupos de 30 a 50 pessoas. A mudança reflete uma adaptação às novas demandas do mercado e uma resposta aos desafios enfrentados durante a pandemia.

A trajetória de Johnson destaca uma tendência crescente nas finanças corporativas: a utilização de capital alavancado para adquirir negócios rentáveis. Essa abordagem exige um perfil empreendedor e conhecimento financeiro, mas pode resultar em retornos significativos.

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