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Setor de energia se recupera com dividendos promissores de empresa destacada

Peabody Energy se destaca no setor de energia com aumento de 42% em três meses, apesar da queda de 17% no ano.

Foto: Reprodução
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  • O setor de energia teve desempenho inferior ao S&P 500 em 2025, com preços do petróleo em queda e produção elevada após aumento de 548 mil barris por dia pela OPEC+.
  • O índice do setor de energia subiu apenas 1%, enquanto o S&P 500 avançou 8%.
  • A Peabody Energy, mineradora de carvão, registrou aumento de 42% em suas ações nos últimos três meses, impulsionada por mudanças nas regulamentações ambientais e apoio governamental.
  • Apesar do crescimento recente, as ações da Peabody caíram 17% no ano e fecharam a terça-feira a US$ 17,34, com rendimento de dividendos de 1,7%.
  • O analista Rob Ginsberg, da Wolfe Research, vê potencial de valorização para a Peabody e destaca que a média móvel de 200 dias, em US$ 18, será um nível de resistência a ser testado.

O setor de energia enfrenta um desempenho abaixo do S&P 500 em 2025, com preços do petróleo em queda e uma produção abundante, especialmente após a decisão do OPEC+ de aumentar a produção em 548 mil barris por dia. O índice do setor de energia subiu apenas 1% até agora, enquanto o S&P 500 avançou 8%.

Apesar desse cenário desafiador, a Peabody Energy, mineradora de carvão, se destaca com um aumento de 42% nos últimos três meses. O crescimento é impulsionado por mudanças nas regulamentações ambientais e apoio governamental, mesmo com uma queda de 17% no ano. O analista Rob Ginsberg, da Wolfe Research, identificou a Peabody como uma das ações com potencial de valorização, destacando que seu gráfico apresenta uma tendência positiva.

A ação da Peabody fechou a terça-feira a US$ 17,34, com um rendimento de dividendos de 1,7%, superior ao rendimento médio do S&P 500, que é de 1,18%. Ginsberg acredita que a média móvel de 200 dias, situada em US$ 18, será um nível de resistência a ser testado em breve, com uma possível ruptura a seguir.

O recente aumento das ações coincide com a política do governo de Donald Trump, que adotou uma abordagem mais flexível em relação às regulamentações ambientais, oferecendo dois anos de alívio regulatório para usinas de carvão e outras indústrias. A Peabody é bem avaliada por analistas, com a maioria recomendando a compra, embora o preço-alvo médio indique apenas 2% de valorização adicional a partir dos níveis atuais.

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