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Aliados de Bolsonaro afirmam que Brasil vive estado de exceção disfarçado

Ministro do STF, Alexandre de Moraes, não decreta prisão de Bolsonaro, gerando críticas de aliados que falam em perseguições políticas.

Foto: Reprodução
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  • O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu que o ex-presidente Jair Bolsonaro cometeu uma “irregularidade isolada”.
  • A decisão foi anunciada em 24 de julho de 2025, após a defesa de Bolsonaro apresentar alegações.
  • Moraes não decretou a prisão preventiva de Bolsonaro.
  • Aliados do ex-presidente criticaram a decisão, chamando Moraes de “tirano disfarçado de juiz”.
  • A situação reflete a tensão política atual e as divisões em torno das investigações sobre Bolsonaro.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (24) que o ex-presidente Jair Bolsonaro cometeu uma “irregularidade isolada”, o que não justifica a decretação de sua prisão preventiva. A decisão foi tomada após a defesa de Bolsonaro apresentar alegações na última terça-feira (22).

A manifestação de Moraes gerou reações entre os aliados de Bolsonaro. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, afirmou que a decisão do ministro confirma a percepção de que se trata de um “tirano disfarçado de juiz”. Cavalcante criticou a postura de Moraes, sugerindo que o Brasil vive um “estado de exceção camuflado” e que a conduta do magistrado é típica de um “psicopata institucional”.

Outro aliado, o deputado Coronel Chrisóstomo, também se manifestou, pedindo o fim das perseguições a Bolsonaro. Ele defendeu que o STF deve se ater ao que está previsto na Constituição e não se envolver em questões políticas, afirmando que “política é para parlamentares”.

A decisão de Moraes e as reações de aliados de Bolsonaro refletem a tensão política atual e as divisões em torno das investigações que envolvem o ex-presidente. A situação continua a ser monitorada, com possíveis desdobramentos nas próximas semanas.

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