- O Ibovespa (IBOV) caiu 0,73% nesta quinta-feira, alcançando 134.395 pontos.
- O aumento das incertezas sobre tarifas comerciais dos Estados Unidos impactou o índice, com o prazo de 1º de agosto se aproximando.
- O dólar subiu 0,25%, cotado a R$ 5,54.
- O Brasil busca acordos comerciais com o México, com discussões entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente mexicana Claudia Sheinbaum.
- As ações da Alphabet (GOOG) subiram 2,24% após resultados financeiros positivos, impulsionando os mercados americanos.
O Ibovespa (IBOV) apresentou queda de 0,73% nesta quinta-feira (24), alcançando 134.395 pontos. O movimento ocorre em meio a incertezas sobre tarifas comerciais que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pode impor a produtos brasileiros, com o prazo de 1º de agosto se aproximando. O dólar também subiu, registrando alta de 0,25%, cotado a R$ 5,54.
Os investidores estão cautelosos após uma alta de 1% na véspera, refletindo a expectativa em torno de um possível acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Apesar de um recente acordo com o Japão, a situação permanece indefinida, e o governo brasileiro continua buscando reverter as tarifas de 50% que podem ser aplicadas aos produtos nacionais.
Acordos Comerciais em Foco
Além das negociações com os EUA, o Brasil iniciou tratativas com o México para fortalecer laços comerciais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, discutiram por telefone na quarta-feira (23) sobre um possível acordo que pode incluir setores como farmacêutico, energia, agricultura e aeroespacial. O vice-presidente do Brasil, Geraldo Alckmin, deve viajar ao México em agosto para avançar nas negociações.
Enquanto isso, as ações da Alphabet (GOOG), controladora do Google, subiram 2,24% após a divulgação de resultados financeiros que superaram as expectativas. A empresa reportou receita de US$ 96,43 bilhões, acima dos US$ 94 bilhões esperados, e um lucro líquido por ação de US$ 2,31, superando a previsão de US$ 2,18. Esse desempenho positivo ajudou os índices americanos, como o S&P 500 e o Nasdaq, a alcançarem novos recordes, com altas de 0,08% e 0,17%, respectivamente.
A situação no Brasil, marcada por incertezas comerciais, contrasta com a recuperação dos mercados americanos, que se beneficiam de resultados corporativos robustos.
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