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Mercados asiáticos e europeus registram quedas enquanto Wall Street oscila

Bolsas asiáticas e europeias caem com incertezas comerciais e inflação no Japão, enquanto ações da Puma despencam após revisão de projeções.

Inflação japonesa desacelera para 2,9% em julho, abaixo da previsão de 3% (Foto: Keith Tsuji/Getty Images)
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  • As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta sexta-feira, 25 de julho, com o Topix caindo 0,86% e o Nikkei 225 recuando 0,88%.
  • A inflação em Tóquio desacelerou para 2,9% em julho, abaixo dos 3,1% de junho e da expectativa de 3% dos analistas.
  • Na Europa, os índices abriram em queda, com o Stoxx 600 recuando 0,34% e o DAX da Alemanha perdendo 0,65%.
  • As ações da Puma despencaram 18% após revisão de projeções, enquanto o grupo LVMH viu suas ações subirem 0,6%.
  • O petróleo opera em alta, com o Brent a US$ 69,78 o barril, impulsionado por expectativas de novos acordos e redução nos estoques americanos.

As bolsas asiáticas encerraram a sexta-feira, 25, em baixa, refletindo a pressão de dados de inflação no Japão e incertezas comerciais. O Topix caiu 0,86% e o Nikkei 225 recuou 0,88%. Na China, o CSI 300 teve queda de 0,53%, enquanto o Hang Seng, em Hong Kong, despencou 1,09%. O S&P/ASX 200 da Austrália também caiu 0,49%, exceto pelo Kospi de Seul, que subiu 0,18%.

A inflação em Tóquio desacelerou para 2,9% em julho, abaixo dos 3,1% de junho e da expectativa de 3% de analistas. Esse dado é um indicativo importante para a política monetária do Banco do Japão, que se reunirá na próxima quinta-feira. Na Europa, os índices abriram em queda, com o Stoxx 600 recuando 0,34%. O DAX da Alemanha caiu 0,65%, enquanto o FTSE 100 de Londres perdeu 0,38%. O CAC 40 da França, por outro lado, teve leve alta de 0,15%.

No setor de moda, as ações da Puma despencaram 18% após a revisão das projeções para 2025, citando o impacto das tarifas americanas. Em contraste, o grupo LVMH, que inclui marcas como Louis Vuitton, viu suas ações subirem 0,6%, apesar de uma queda de 4% nas vendas do segundo trimestre. Nos Estados Unidos, os futuros dos índices indicam cautela, com o S&P 500 e o Nasdaq atingindo novos recordes na véspera.

O petróleo opera em alta, com o Brent a US$ 69,78 o barril, impulsionado por expectativas de novos acordos e pela redução nos estoques americanos. As negociações comerciais entre Estados Unidos e União Europeia permanecem no foco, com a possibilidade de um acordo antes do prazo de 1º de agosto, que pode resultar em tarifas de 15% sobre produtos europeus.

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