- O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, determinou a desmobilização de um acampamento de deputados bolsonaristas na Praça dos Três Poderes, em 25 de julho de 2025.
- A ação foi motivada pela tentativa de repetição dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, que ameaçaram a democracia.
- Moraes afirmou que os parlamentares estavam subvertendo a ordem democrática ao pressionar o STF.
- O despacho foi baseado em um pedido do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, que alertou sobre riscos à ordem pública.
- Moraes proibiu a instalação de acampamentos em um raio de um quilômetro da Praça dos Três Poderes e dos quartéis do Exército.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou a desmobilização de um acampamento de deputados bolsonaristas na Praça dos Três Poderes, nesta sexta-feira (25). A ação foi motivada pela tentativa de repetição dos atos golpistas ocorridos em 8 de janeiro de 2023, que ameaçaram a democracia brasileira.
Moraes considerou que os parlamentares estavam subvertendo a ordem democrática ao acampar no local com o objetivo de pressionar o STF. O despacho do ministro foi fundamentado em um pedido do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, que alertou sobre o risco à ordem pública, especialmente em um momento em que o STF julga ações relacionadas ao golpe. O procurador destacou que a permanência dos bolsonaristas poderia gerar descontrole institucional.
Ação Judicial e Segurança
No despacho, Moraes enfatizou que a democracia foi gravemente atacada em janeiro e que a omissão de autoridades contribuiu para a realização de acampamentos ilegais. Ele afirmou que não se pode permitir a organização de novos acampamentos que visem coagir os ministros da Corte. O ministro também proibiu a instalação de acampamentos em um raio de um quilômetro da Praça dos Três Poderes e dos quartéis do Exército.
Durante a ação, alguns deputados, como Hélio Lopes e Coronel Chrisóstomo, tentaram protestar, mas a situação foi rapidamente controlada. Moraes deixou claro que a segurança das instituições democráticas é prioridade e que não haverá tolerância com ações que possam comprometer a estabilidade do país. A decisão reflete a postura firme do STF diante de tentativas de desestabilização política.
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