- Em 2025, motoristas de aplicativo no Brasil enfrentam queda na renda líquida e longas jornadas de trabalho.
- Em São Paulo, a média de ganhos mensais é de R$ 4,1 mil, enquanto em Brasília é de R$ 2,5 mil.
- Na capital paulista, motoristas trabalham cerca de 60 horas por semana, com lucro anual de R$ 50,2 mil.
- No Rio de Janeiro, a renda líquida é de R$ 3,5 mil mensais, com jornada média de 54 horas.
- A análise aponta que aproximadamente 32% dos motoristas utilizam carros alugados para trabalhar.
Motoristas de aplicativo no Brasil enfrentam um cenário desafiador em 2025, com rendas líquidas em queda e jornadas de trabalho que podem ultrapassar 60 horas semanais. Um levantamento da GigU (ex-StopClub) revela que, em São Paulo, a média de ganhos mensais é de R$ 4,1 mil, enquanto em Brasília, os motoristas recebem apenas R$ 2,5 mil.
Na capital paulista, os motoristas trabalham em média 60 horas por semana, resultando em um lucro anual de R$ 50,2 mil, o que representa menos da metade do faturamento total de R$ 104 mil. Aproximadamente 32% dos motoristas utilizam carros alugados para realizar suas atividades. No Rio de Janeiro, a situação é semelhante, com ganhos líquidos de R$ 3,5 mil mensais e uma jornada de 54 horas semanais.
Comparativo entre Capitais
Em Porto Alegre, os motoristas também apresentam uma renda líquida de R$ 3,5 mil por mês, com um lucro anual de R$ 43 mil, rodando cerca de 50 horas por semana. 26,4% dos motoristas na capital gaúcha optam por veículos alugados. Em Belo Horizonte, os ganhos são ainda mais baixos, com uma média de R$ 3,49 mil mensais e R$ 41,9 mil anuais, mantendo uma jornada de trabalho de 54 horas.
Em Brasília, a situação é crítica, com motoristas recebendo apenas R$ 2,5 mil por mês e um lucro anual de R$ 30,6 mil. A jornada média é de 50 horas semanais, e cerca de 25% dos motoristas utilizam carros alugados. A análise destaca a necessidade de melhorias nas condições de trabalho e remuneração para essa categoria, que continua a enfrentar desafios significativos no mercado.
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