- O Ministério de Minas e Energia do Brasil, sob a liderança do ministro Alexandre Silveira, anunciou que a consulta pública para o leilão de capacidade do setor elétrico ocorrerá em breve.
- O leilão visa aumentar a segurança energética, especialmente durante os horários de pico, entre 18h e 21h.
- Durante a inauguração da Usina Termelétrica GNA II, Silveira ressaltou a importância da energia térmica a gás para o sistema elétrico nacional.
- A GNA II, com capacidade instalada de 1,7 gigawatt, já opera desde junho e gerou cerca de 10 mil empregos.
- Uma carta de intenção foi assinada entre o Porto do Açu e o Ministério de Minas e Energia para promover o mercado de gás natural no Brasil.
O Ministério de Minas e Energia do Brasil, liderado pelo ministro Alexandre Silveira, anunciou que a consulta pública para o leilão de capacidade do setor elétrico ocorrerá em breve. O evento, que visa aumentar a segurança energética, será crucial para atender à demanda durante os horários de pico, especialmente entre 18h e 21h.
Durante a cerimônia de inauguração da Usina Termelétrica GNA II, em São João da Barra, no Rio de Janeiro, Silveira destacou a energia térmica a gás como um componente essencial para o sistema elétrico nacional. O leilão, previsto para 2026, terá o gás natural como um dos principais produtos a serem negociados, reforçando sua importância na transição energética do país.
A GNA II, que possui uma capacidade instalada de 1,7 gigawatt (GW), foi construída com um investimento de R$ 7 bilhões e já está em operação desde junho. O projeto, que gerou cerca de 10 mil empregos diretos e indiretos, é uma joint venture entre a BP, Siemens e SPIC Brasil. Emmanuel Delfosse, CEO da GNA, afirmou que a nova usina aumenta a capacidade total da empresa para 3 GW, contribuindo para a resiliência do Sistema Interligado Nacional.
Além disso, uma carta de intenção foi assinada entre o Porto do Açu e o Ministério de Minas e Energia, com o objetivo de fomentar o mercado de gás natural no Brasil. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) já havia alertado sobre o déficit estrutural na capacidade de energia, reforçando a necessidade de leilões para mitigar essa situação.
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