- Spirit Airlines anunciou que 270 pilotos entrarão em licença não remunerada a partir de 1º de novembro.
- A companhia também rebaixará 140 pilotos de capitão para primeiro oficial a partir de 1º de outubro.
- As medidas visam ajustar a equipe a um cronograma de voos reduzido devido à fraca demanda por passagens aéreas.
- A empresa, que saiu da falência sob o Capítulo 11 em março, busca se reposicionar no mercado com opções de viagem mais sofisticadas.
- O sindicato da categoria, Air Line Pilots Association, comunicou a decisão e destacou o impacto na senioridade dos pilotos.
Spirit Airlines anunciou que 270 pilotos entrarão em licença não remunerada a partir de 1º de novembro, como parte de um esforço para ajustar sua equipe a um cronograma de voos reduzido. Além disso, 140 pilotos serão rebaixados de capitão para primeiro oficial a partir de 1º de outubro. A decisão foi comunicada em uma nota da Air Line Pilots Association, o sindicato da categoria.
A companhia aérea, que saiu da falência sob o Capítulo 11 em março, está tentando se reposicionar no mercado, oferecendo opções de viagem mais sofisticadas. A demanda por passagens aéreas tem sido mais fraca neste ano, especialmente durante os períodos de baixa temporada, o que levou a Spirit a tomar essas medidas. O presidente do capítulo da ALPA na Spirit, capitão Ryan Muller, destacou que a situação é difícil e que a redução da frota impacta diretamente a senioridade dos pilotos.
Em um comunicado, a Spirit afirmou que está tomando medidas necessárias para operar de forma mais eficiente e retornar à lucratividade. A companhia já havia anunciado centenas de demissões de pilotos no ano passado, antes de sua declaração de falência. A empresa reconhece o impacto dessas decisões e se compromete a tratar todos os membros da equipe afetados com respeito e compaixão durante esse processo.
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