- Donald Trump anunciou que encerrou sua amizade com Jeffrey Epstein em 2004, após desentendimentos sobre funcionários de seu spa em Mar-a-Lago.
- Durante uma coletiva na Escócia, Trump afirmou que Epstein “roubou” funcionárias e que o expulsou por comportamentos inadequados.
- A Casa Branca confirmou que o rompimento se deu por atitudes impróprias de Epstein.
- Trump enfrenta pressão para divulgar documentos relacionados ao caso Epstein e instruiu a procuradora-geral Pam Bondi a solicitar a liberação de transcrições seladas, mas um juiz federal negou o pedido.
- Ghislaine Maxwell, cúmplice de Epstein, busca imunidade para testemunhar no Congresso, enquanto o presidente do Comitê de Supervisão da Câmara, James Comer, a convocou para depor.
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que encerrou sua amizade com Jeffrey Epstein em 2004, após desentendimentos relacionados a funcionários de seu spa em Mar-a-Lago. Durante uma coletiva na Escócia, Trump afirmou que Epstein “roubou” funcionárias, o que levou ao rompimento. Ele declarou: “Ele fez algo inadequado. Eu o expulsei e estou feliz por ter feito isso”.
A Casa Branca, em declarações anteriores, havia atribuído o término da amizade a comportamentos inadequados de Epstein. O diretor de comunicações, Steven Cheung, afirmou que Trump o expulsou por ser “um cretino”. Epstein, que foi indiciado por prostituição em 2006 e morreu em 2019, teve sua morte confirmada como suicídio pelo Departamento de Justiça, que também negou a existência de uma lista de clientes “incriminatória”.
Pressão por Transparência
Trump, que já havia se distanciado de Epstein há anos, agora enfrenta pressão para divulgar documentos relacionados ao caso. Ele instruiu a procuradora-geral Pam Bondi a solicitar a liberação de transcrições seladas do grande júri, mas um juiz federal já negou esse pedido. O vice-presidente JD Vance também comentou sobre a necessidade de transparência, afirmando que Trump deseja que todas as informações relevantes sejam divulgadas.
Enquanto isso, a figura de Ghislaine Maxwell, cúmplice de Epstein, continua a gerar controvérsia. Maxwell, que cumpre uma pena de 20 anos por seu papel no tráfico de jovens, busca imunidade para testemunhar no Congresso. O presidente do Comitê de Supervisão da Câmara, James Comer, convocou Maxwell para depor, mas não considera conceder imunidade.
Repercussões Políticas
As declarações de Trump e a situação de Epstein têm gerado reações intensas, tanto nos EUA quanto no exterior. Durante uma visita a Ohio, manifestantes criticaram o vice-presidente Vance, acusando-o de proteger pedófilos. Vance, no entanto, defendeu Trump, afirmando que o presidente não está escondendo nada e quer total transparência sobre o caso Epstein.
Trump também negou ter contribuído para uma compilação de cartas e desenhos em homenagem a Epstein, que foi noticiada recentemente. Ele reiterou que nunca visitou a ilha privada de Epstein, apesar de ter recebido convites. A situação continua a evoluir, com novas informações e desdobramentos surgindo a cada dia.
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