- A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,8% no segundo trimestre de 2025, a menor desde 2012.
- O número de desocupados é de 6,3 milhões, uma redução em relação aos 7% do trimestre anterior.
- A população ocupada alcançou 102,3 milhões, com um aumento de 1,8% em relação ao trimestre anterior.
- O rendimento médio mensal dos trabalhadores subiu para R$ 3.477, um crescimento de 1,1%.
- A taxa de subutilização da força de trabalho caiu para 14,4%, e o número de desalentados é de 2,8 milhões.
A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,8% no segundo trimestre de 2025, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira, 31. Este índice representa a menor taxa desde o início da série histórica em 2012, com 6,3 milhões de desocupados, uma redução significativa em relação aos 7% registrados no trimestre anterior.
A população ocupada atingiu 102,3 milhões, refletindo um aumento de 1,8% em comparação ao trimestre anterior e de 2,4% em relação ao mesmo período de 2024. O crescimento no número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado chegou a 39 milhões, um recorde histórico. A taxa de participação na força de trabalho também subiu, alcançando 62,4%.
Dados Relevantes
A pesquisa foi reponderada com dados do Censo Demográfico de 2022, o que garantiu maior precisão nas estimativas. O rendimento médio mensal dos trabalhadores atingiu R$ 3.477, um aumento de 1,1% em relação ao trimestre anterior. A massa de rendimento habitual também cresceu, totalizando R$ 351,2 bilhões.
Além disso, a taxa de subutilização da força de trabalho caiu para 14,4%, uma diminuição em relação aos 15,9% do trimestre anterior. O número de desalentados, que desistiram de procurar emprego, também apresentou queda, somando 2,8 milhões de pessoas.
Cenário Econômico
O desempenho positivo do mercado de trabalho é atribuído a um crescimento econômico moderado e a políticas de estímulo do governo. Economistas observam que, apesar da recuperação, a inflação e a taxa de juros, atualmente em 15% ao ano, podem impactar o emprego no futuro.
Embora a taxa de informalidade tenha recuado para 37,8%, ainda representa um desafio significativo. O cenário atual reflete uma recuperação gradual, mas a vigilância sobre as flutuações do mercado de trabalho é essencial para garantir a continuidade desse progresso.
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