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Justiça impede venda da casa de Cid Moreira avaliada em R$ 2,9 milhões

Disputas judiciais impedem a venda da casa de Cid Moreira em Itaipava, avaliada em R$ 2,9 milhões, até decisão do juiz sobre a herança

Casa de Cid Moreira está à venda (Foto: Reprodução)
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  • A casa onde Cid Moreira viveu em Itaipava não pode ser vendida sem autorização judicial.
  • O imóvel, avaliado em R$ 2,9 milhões, estava em anúncio desde 2020, mas a venda foi suspensa devido a disputas sobre a herança.
  • O advogado da viúva, Fátima Sampaio Moreira, informou que apenas um juiz pode liberar a venda.
  • O valor arrecadado com a venda deverá ser depositado no inventário até que a disputa entre os herdeiros seja resolvida.
  • Cid Moreira faleceu em 3 de outubro de 2024, e seu testamento excluiu os filhos, Rodrigo e Roger Moreira, do direito à herança.

A casa onde Cid Moreira viveu em Itaipava, na Região Serrana do Rio, não pode ser vendida sem autorização judicial. O imóvel, avaliado em R$ 2,9 milhões, estava em anúncio desde 2020, mas as disputas sobre a herança do apresentador, falecido em 3 de outubro de 2024, levaram à suspensão da venda.

O advogado da viúva, Fátima Sampaio Moreira, Davi de Souza Saldaño, informou que apenas um juiz pode liberar a venda do imóvel. Caso isso aconteça, o valor arrecadado deverá ser depositado no inventário até que a disputa entre os herdeiros seja resolvida. Os anúncios da propriedade foram retirados do ar devido a essa situação.

Detalhes da Propriedade

A casa ocupa um terreno de seis mil metros quadrados e possui mil metros quadrados de área construída, incluindo cinco quartos, piscina e espaço gourmet. O custo de manutenção mensal é de aproximadamente R$ 10 mil. O imóvel está localizado em um condomínio cercado pela natureza, o que o torna ainda mais atrativo.

Cid Moreira, que faleceu devido a falência múltipla dos órgãos, deixou um testamento que excluiu seus filhos, Rodrigo e Roger Moreira, do direito à herança. Os filhos contestaram a decisão judicialmente, buscando acesso aos bens do pai. Em 2021, eles alegaram que Fátima estava administrando o patrimônio de forma indevida, acusando-a de vender imóveis e transferir grandes quantias para o exterior. No entanto, essas alegações foram arquivadas pelo Ministério Público em 2023.

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