- A partir de 2026, o Brasil adotará um CNPJ alfanumérico devido à previsão de esgotamento das combinações atuais em seis anos.
- Atualmente, existem 99,9 milhões de combinações possíveis e cerca de 6 milhões de novos registros anuais.
- As empresas precisarão adaptar seus sistemas e bancos de dados para atender à nova norma, que incluirá letras e exigirá ajustes no cálculo dos dígitos verificadores.
- A multinacional brasileira CI&T oferecerá suporte nesse processo, desenvolvendo uma ferramenta que combina inteligência artificial e consultoria especializada.
- A nova norma será obrigatória para novas inscrições a partir de 2026, e a CI&T se compromete a facilitar a transição e garantir a qualidade dos sistemas.
A partir de 2026, o Brasil adotará um CNPJ alfanumérico, uma mudança necessária devido à previsão de esgotamento das combinações atuais em cerca de seis anos. Com 99,9 milhões de combinações possíveis e cerca de 6 milhões de novos registros anuais, a Receita Federal já sinaliza a urgência dessa transição.
A nova estrutura exigirá adaptações significativas nas empresas, que precisarão atualizar seus sistemas e bancos de dados. A multinacional brasileira CI&T se propõe a auxiliar nesse processo, desenvolvendo uma ferramenta que combina inteligência artificial e consultoria especializada. Tony Rodrigues, diretor de tecnologia da CI&T, destaca que a solução vai além de um produto único, oferecendo um programa de governança para revisar a infraestrutura tecnológica das empresas.
As empresas que lidam com grandes volumes de dados devem priorizar essa adequação. A nova norma será obrigatória para novas inscrições a partir de 2026, e os sistemas corporativos precisarão estar prontos para processar o novo formato, que incluirá letras e exigirá ajustes no cálculo dos dígitos verificadores, mantendo a fórmula de módulo 11.
A CI&T promete facilitar a transição, automatizando a interpretação dos novos formatos e garantindo a qualidade por meio de testes estruturados. A empresa também se compromete a documentar as alterações e assegurar a integração entre sistemas, sejam eles em ambientes cloud ou on-premises. Rodrigues enfatiza que a combinação de inteligência artificial com engenharia de software é crucial para garantir uma adaptação eficaz e sem interrupções nas operações.
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