- A Méliuz adotou o bitcoin como seu principal ativo de reserva em março de 2025.
- A empresa registrou uma valorização superior a 100% no ano.
- Com essa decisão, a Méliuz se tornou a líder em reservas de criptomoedas na América Latina entre companhias listadas em bolsas de valores.
- O fundador da Méliuz, Israel Salmen, afirmou que a empresa tinha R$ 250 milhões em caixa, anteriormente investidos em CDI, que não superavam a inflação.
- A tributação sobre lucros, que chega a 34%, também impactava os rendimentos, levando a empresa a buscar alternativas mais rentáveis.
A Méliuz adotou o bitcoin como seu principal ativo de reserva em março de 2025, alcançando uma valorização superior a 100% no ano. Com isso, a empresa se tornou a líder em reservas de criptomoedas na América Latina entre as companhias listadas em bolsas de valores.
O fundador da Méliuz, Israel Salmen, e o head de estratégia de bitcoin, Diego Kolling, discutiram a decisão em um episódio do podcast Future of Money. Salmen explicou que a empresa possuía R$ 250 milhões em caixa, anteriormente investidos em CDI, que não ofereciam retorno suficiente para superar a inflação. Ele destacou que a inflação, na visão da empresa, se relaciona mais com a expansão da base monetária do que com os índices oficiais.
Além disso, a tributação sobre os lucros, que chega a 34%, impactava ainda mais os rendimentos. Salmen afirmou que o investimento em CDI estava se tornando uma “perda fixa”, levando a Méliuz a buscar alternativas mais rentáveis. O CEO mencionou que o bitcoin surgiu como uma solução viável, e a empresa não planeja interromper suas aquisições.
A estratégia da Méliuz pode influenciar outras empresas brasileiras a reconsiderarem suas reservas financeiras, especialmente em um cenário econômico desafiador. A adoção do bitcoin como reserva pode ser um passo significativo na transformação do papel das criptomoedas no mercado corporativo nacional.
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