- O presidente da Rússia, Vladimir Putin, rejeitou o ultimato do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que termina nesta sexta-feira.
- Putin mantém foco na captura total das regiões de Donetsk, Luhansk, Zaporizhzhia e Kherson.
- Trump ameaçou tarifas de 100% sobre países que compram petróleo russo, como China e Índia, caso não haja um cessar-fogo.
- O enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, se reuniu com Putin em meio a ataques russos na Ucrânia, incluindo bombardeios em Odessa.
- Conversas entre Rússia e Ucrânia têm sido superficiais, com a Ucrânia rejeitando as exigências do Kremlin por retirada e status neutro.
O presidente russo, Vladimir Putin, reafirmou sua determinação em não ceder ao ultimato do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que expira nesta sexta-feira. Putin mantém o foco na captura total das regiões ucranianas de Donetsk, Luhansk, Zaporizhzhia e Kherson. Fontes próximas ao Kremlin afirmam que ele acredita que a Rússia está vencendo a guerra e que novas sanções não terão impacto significativo.
Trump ameaçou impor tarifas de 100% sobre países que compram petróleo russo, como China e Índia, caso não haja um cessar-fogo. Apesar da pressão, Putin não pretende interromper sua campanha militar. A visita do enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, ao Kremlin ocorre em meio a uma escalada de ataques russos na Ucrânia, incluindo bombardeios em Odessa.
Negociações e Conflitos
As conversas entre Rússia e Ucrânia têm sido consideradas superficiais, focando em trocas humanitárias. O Kremlin exige a retirada total da Ucrânia das regiões em disputa e um status neutro para o país, condições que Kiev rejeita. As expectativas para um acordo antes do prazo de Trump são baixas, com a continuação dos ataques aéreos russos.
Na última semana, um ataque em Kyiv resultou na morte de 32 pessoas, o mais letal desde o início da invasão. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, destacou a brutalidade dos ataques e pediu ao mundo que respondesse com “pressão máxima”. A Casa Branca confirmou que Trump deseja encerrar o conflito, justificando a venda de armas para a OTAN e as sanções.
Tensão Internacional
A relação entre Trump e Putin, antes marcada por elogios, enfrenta dificuldades. Trump criticou os ataques aéreos russos, chamando-os de “nojentos”. O Kremlin, por sua vez, observa com ceticismo as ameaças de Trump, que já recuou em outras ocasiões. A situação permanece tensa, com ambos os lados buscando alternativas para um possível acordo, enquanto a guerra continua a causar devastação na Ucrânia.
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