- A Reflection AI, startup de Nova Iorque fundada por ex-pesquisadores do Google DeepMind, busca levantar mais de US$ 1 bilhão.
- O objetivo é desenvolver um agente de inteligência artificial chamado Asimov, voltado para programação e automação de processos na engenharia de software.
- A empresa já garantiu a maior parte do capital necessário e tem se concentrado no desenvolvimento do Asimov, que gera código a partir da análise de dados corporativos.
- A startup atraiu investidores como Lightspeed Venture Partners, Sequoia Capital e CRV, e foi avaliada em US$ 545 milhões pela PitchBook.
- Esse movimento ocorre em um contexto de crescente demanda por soluções de inteligência artificial de código aberto nos Estados Unidos, impulsionado por preocupações com segurança de dados e competição com provedores chineses.
A Reflection AI, startup nova-iorquina fundada por ex-pesquisadores do Google DeepMind, está em negociações para levantar mais de US$ 1 bilhão. O objetivo é desenvolver um agente de inteligência artificial chamado Asimov, focado em programação e automação de processos na engenharia de software.
A empresa, criada por Misha Laskin e Ioannis Antonoglou, tem como meta competir com gigantes do setor, como Meta e a chinesa DeepSeek. A Reflection já assegurou a maior parte do capital necessário e, nos últimos 12 meses, tem se concentrado no desenvolvimento do Asimov, que gera código a partir da análise de dados corporativos. Essa inovação visa facilitar tarefas repetitivas, como migração de bancos de dados e refatoração de código.
Apesar de ainda estar em fase inicial e gerar receita modesta, a startup atraiu investidores renomados, incluindo Lightspeed Venture Partners, Sequoia Capital e CRV. A PitchBook avaliou a Reflection em US$ 545 milhões. Esse movimento ocorre em um contexto de crescente demanda por soluções de IA de código aberto nos EUA, impulsionado por preocupações com segurança de dados e a competição com provedores chineses.
Desde o lançamento da DeepSeek, empresas como Baidu e Alibaba têm expandido suas ofertas de IA de código aberto, buscando aumentar sua base de clientes globalmente. O governo dos EUA, sob a administração de Donald Trump, prioriza o incentivo à IA de código aberto, considerando essa abordagem uma questão de segurança nacional frente à competição com a China.
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