Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Drex diminui uso de blockchain e prevê lançamento para 2026

Banco Central do Brasil altera projeto Drex, descartando tecnologia DLT e prevendo lançamento parcial para 2026, em busca de maior privacidade e escalabilidade

Drex: Banco Central vai mudar projeto (Foto: Divulgação)
0:00
Carregando...
0:00
  • O projeto Drex, anteriormente chamado de Real Digital, passa por mudanças significativas.
  • O Banco Central do Brasil descartou a tecnologia de registro distribuído (DLT) para melhorar escalabilidade e privacidade.
  • O lançamento parcial do Drex está previsto para o segundo semestre de 2026.
  • A nova fase do projeto busca criar uma infraestrutura digital para o mercado financeiro, permitindo a tokenização de ativos e facilitando transações entre instituições.
  • O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, destacou que o Drex se diferencia das moedas digitais em desenvolvimento globalmente, com foco no mercado de crédito.

O projeto Drex, anteriormente conhecido como Real Digital, passa por mudanças significativas, com o Banco Central do Brasil descartando a tecnologia de registro distribuído (DLT) para atender às demandas de escalabilidade e privacidade. O lançamento parcial está previsto para 2026.

A nova fase do Drex visa criar uma infraestrutura digital robusta para o mercado financeiro, que permita a tokenização de ativos e facilite as transações entre instituições financeiras. Inicialmente, o projeto utilizava a tecnologia Hyperledger Besu, mas a necessidade de soluções mais adequadas levou à busca por alternativas. O coordenador do Drex, Fabio Araujo, destacou que as soluções de privacidade testadas até agora não são suficientes, resultando na divisão do projeto em duas partes: uma de longo prazo, que poderá incluir DLT, e outra de curto prazo, com lançamento previsto para o segundo semestre de 2026.

Novas Direções

O CEO da GoLedger, Marcos Sarres, comentou que a escolha da DLT não atende aos requisitos necessários e sugeriu que tecnologias como o Hyperledger Fabric poderiam ser mais apropriadas. Ele acredita que o Banco Central deve se adaptar às novas soluções que estão surgindo no mercado. A mudança na abordagem do Drex também gerou críticas sobre a governança do projeto e a adequação da tecnologia escolhida.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que o Drex se diferencia das CBDCs em desenvolvimento no mundo, ressaltando seu potencial no mercado de crédito. A nova direção do projeto ocorre em um contexto global de críticas às moedas digitais, como a recente oposição do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao desenvolvimento de um “Dólar Digital”.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais