- O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, anunciou que o país espera arrecadar US$ 50 bilhões mensais com novas tarifas comerciais.
- As tarifas, que variam de 10% a 41%, começaram a vigorar em 7 de agosto e afetam importações de 69 países.
- Uma taxa de 100% será aplicada sobre semicondutores, além de tarifas sobre produtos farmacêuticos e outros itens.
- Lutnick indicou a possibilidade de prorrogação do prazo para um acordo tarifário com a China, que atualmente termina em 12 de agosto.
- As tarifas variam conforme o país, com a Síria enfrentando a maior taxa de 41% e a Índia uma tarifa de 25%, além de uma taxa adicional de 25% em retaliação à compra de petróleo russo.
O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, anunciou que o país projeta arrecadar US$ 50 bilhões mensais com as novas tarifas comerciais implementadas pelo governo de Donald Trump. As tarifas, que variam de 10% a 41%, começaram a vigorar em 7 de agosto e afetam importações de 69 países.
Lutnick destacou que uma taxa de 100% sobre semicondutores será aplicada, além de tarifas sobre produtos farmacêuticos e outros itens. Ele afirmou que essas medidas visam aumentar a receita do governo e proteger a indústria nacional. “Os semicondutores e produtos farmacêuticos gerarão uma quantidade significativa de receita”, afirmou o secretário em entrevista à Fox Business Network.
Possibilidade de Prorrogação
Quando questionado sobre a possibilidade de prorrogação do prazo para um acordo tarifário com a China, Lutnick indicou que isso é viável. O prazo atual, que termina em 12 de agosto, pode ser estendido por mais 90 dias. Ele deixou a decisão nas mãos da equipe comercial e do presidente.
As tarifas variam conforme o país: a Síria enfrenta a maior taxa, de 41%, enquanto a Índia terá uma tarifa de 25%, além de uma taxa adicional de 25% em retaliação à compra de petróleo russo. Outros países, como Taiwan e Venezuela, também estão entre os afetados, com tarifas de 20% e 15%, respectivamente.
Essas medidas fazem parte da estratégia de Trump para pressionar parceiros comerciais e fortalecer a economia americana, refletindo um aumento nas tensões comerciais globais.
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