Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Exportações chinesas para os EUA registram queda de 6,1% em julho devido a disputa comercial

Exportações da China para os EUA caem em meio a trégua comercial; tarifas elevadas podem ser reimpostas em breve, aumentando tensões globais

Contêineres em porto de Suzhou, na China. Tarifas americanas já provocaram um desvio na balança comercial (Foto: AFP)
0:00
Carregando...
0:00
  • As exportações da China para os Estados Unidos caíram 6,1% de junho para julho de 2023, totalizando US$ 35,8 bilhões.
  • Apesar da trégua comercial, tarifas elevadas podem ser reimpostas em agosto, caso não haja um novo acordo.
  • Em julho, as exportações totais da China cresceram 7,2% em relação ao ano anterior, superando a previsão de 5,6% da agência Bloomberg.
  • As importações chinesas também tiveram um aumento de 4,1%, contrariando a expectativa de queda de 1%.
  • A trégua, que mantém tarifas de 30% dos EUA sobre produtos chineses e 10% da China sobre bens dos EUA, está prevista para terminar em 12 de agosto.

As exportações da China para os Estados Unidos apresentaram uma queda de 6,1% entre junho e julho de 2023, totalizando US$ 35,8 bilhões. Este recuo ocorre em um cenário de trégua comercial, embora as tarifas elevadas possam ser reimpostas em agosto, caso não haja um acordo definitivo.

Em julho, as exportações totais da China cresceram 7,2% em relação ao ano anterior, superando as expectativas da agência Bloomberg, que previa um aumento de 5,6%. As importações também mostraram um desempenho positivo, com um avanço de 4,1% no mesmo período, contrariando a previsão de queda de 1%.

A trégua comercial, acordada em Estocolmo, mantém as tarifas dos EUA sobre produtos chineses em 30% e as tarifas de Pequim sobre bens dos EUA em 10%. Este entendimento, que se estende por 90 dias, foi inicialmente estabelecido em Genebra em maio e está previsto para terminar em 12 de agosto. Caso não haja um novo acordo, tarifas mais altas poderão ser reimpostas, intensificando as tensões entre as duas maiores economias do mundo.

Os dados das alfândegas chinesas, divulgados nesta quinta-feira, refletem a complexidade das relações comerciais entre os países. Apesar da trégua, a incerteza persiste, e os mercados permanecem atentos a possíveis mudanças nas políticas tarifárias que podem impactar o comércio global.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais