- Nandini Mullaji lançou o aplicativo de namoro Sitch, que utiliza inteligência artificial para melhorar combinações românticas.
- O app já arrecadou $6,7 milhões e planeja expandir para Chicago e Austin até 2025.
- O Sitch oferece um “matchmaker pessoal” que faz uma triagem inicial com perguntas sobre interesses e valores.
- Os usuários pagam por combinações bem-sucedidas, com pacotes que variam de R$ 90,00 a R$ 160,00.
- Atualmente, o Sitch está disponível em Nova York, São Francisco e Los Angeles, e já facilitou milhares de encontros.
Nandini Mullaji, especialista em matchmaking e tecnologia, lançou o Sitch, um aplicativo de namoro que utiliza inteligência artificial para otimizar combinações românticas. O app, que já arrecadou $6,7 milhões em financiamento, visa expandir suas operações para Chicago e Austin até 2025.
Mullaji, que cresceu em Mumbai, onde o matchmaking é culturalmente forte, percebeu que muitos usuários de aplicativos tradicionais se sentem sobrecarregados e desinteressados. Após experiências frustrantes com outros aplicativos, ela e Chad DePue, ex-líder de equipes na Snapchat e Microsoft, desenvolveram o Sitch, que promete uma abordagem mais personalizada e eficaz.
O Sitch se diferencia ao oferecer um “matchmaker pessoal” acessível, que realiza uma triagem inicial com perguntas sobre interesses e valores. Após identificar pelo menos cinco possíveis matches, o app inicia conversas em grupo, semelhante a uma apresentação feita por amigos. Os usuários pagam por combinações bem-sucedidas, com pacotes que variam de $90 a $160.
A proposta é que o Sitch reduza a fadiga dos encontros, proporcionando conexões mais significativas. Estudos indicam que muitos usuários de aplicativos tradicionais não estão realmente interessados em encontros, o que gera frustração. Com o Sitch, a expectativa é que os usuários tenham uma experiência mais positiva, com relatos de encontros que levam a segundas saídas.
Atualmente, o Sitch está disponível em Nova York, São Francisco e Los Angeles, e já facilitou milhares de encontros. Mullaji acredita que a combinação de inteligência artificial com uma abordagem humana pode democratizar o acesso a serviços de matchmaking, com a meta de tornar o Sitch global até 2030.
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