- A Petrobras registrou um lucro líquido de R$ 26,652 bilhões no segundo trimestre de 2025, revertendo o prejuízo de R$ 2,605 bilhões do mesmo período do ano anterior.
- A empresa anunciou a distribuição de R$ 8,66 bilhões em dividendos, impulsionada pelo aumento na produção de petróleo e gás.
- Nos primeiros seis meses de 2025, a estatal acumulou um lucro total de R$ 61,861 bilhões, superando os R$ 21,095 bilhões do ano passado.
- A produção média de petróleo e gás natural atingiu 2,546 milhões de barris diários, com um aumento de 5,4% em relação ao primeiro trimestre.
- A dívida líquida da Petrobras ficou em R$ 319,5 bilhões, uma redução de 0,7% em relação ao trimestre anterior.
A Petrobras anunciou um lucro líquido de R$ 26,652 bilhões no segundo trimestre de 2025, revertendo o prejuízo de R$ 2,605 bilhões do mesmo período do ano anterior. A recuperação financeira foi impulsionada pelo aumento na produção de petróleo e gás, além da distribuição de R$ 8,66 bilhões em dividendos aos acionistas.
Nos primeiros seis meses de 2025, a estatal acumulou um lucro total de R$ 61,861 bilhões, superando os R$ 21,095 bilhões do ano passado. O diretor financeiro, Fernando Melgarejo, destacou a excelente performance operacional, atribuída à implementação de novos sistemas de produção e à melhoria na eficiência dos campos em operação.
Desempenho Operacional
A produção média de petróleo e gás natural atingiu 2,546 milhões de barris diários, um aumento de 5,4% em relação ao primeiro trimestre e de 8,1% em comparação ao mesmo período do ano anterior. O crescimento foi impulsionado pela entrada em operação de novos poços e plataformas, especialmente nas bacias de Campos e Santos.
Apesar da queda de 2,6% na receita de vendas, que totalizou R$ 119,128 bilhões, a companhia conseguiu mitigar os impactos negativos da redução de 20% no preço do petróleo tipo Brent. O barril teve uma média de US$ 67 entre abril e junho, refletindo uma queda de 12% em relação ao primeiro trimestre.
Investimentos e Despesas
A Petrobras investiu US$ 4,4 bilhões no trimestre, focando no desenvolvimento de campos no pré-sal. As despesas operacionais aumentaram, em parte devido ao Acordo de Individualização da Produção na jazida de Jubarte, que somou R$ 3,849 bilhões. A estatal também registrou ganhos com variação cambial de R$ 11,965 bilhões.
A dívida líquida da empresa ficou em R$ 319,5 bilhões, uma redução de 0,7% em relação ao trimestre anterior. A companhia reafirmou seu compromisso com a distribuição de dividendos, alinhada à política de remuneração que prevê a entrega de 45% do fluxo de caixa livre, garantindo a sustentabilidade financeira da empresa.
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