- Jerusalém enfrenta desafios econômicos e sociais, com alta taxa de pobreza de 38,3% e um salário médio que é metade do de Tel-Aviv.
- O vice-prefeito Adir Schwartz, no cargo desde 2023, busca revitalizar a cidade com investimentos e criação de empregos.
- A demografia inclui 40% da população árabe e 28% ultraortodoxa, com altas taxas de desemprego entre esses grupos.
- Schwartz implementa projetos de infraestrutura, como a construção de 4 milhões de metros quadrados de espaço para escritórios, para atrair novos investimentos.
- A média de idade da população é de 24 anos, e o vice-prefeito destaca a importância da inclusão e do diálogo entre as comunidades para reter jovens na cidade.
Jerusalém enfrenta desafios econômicos e sociais significativos, com uma demografia complexa que inclui comunidades árabes e ultraortodoxas. O vice-prefeito Adir Schwartz, no cargo desde 2023, busca revitalizar a cidade por meio de investimentos e criação de empregos, visando combater a fuga de jovens e promover a inclusão.
Schwartz, que cresceu em Jerusalém durante a década de 2000, foi motivado a entrar na política após vivenciar os problemas de segurança da cidade. “Muitas pessoas se mudaram de Jerusalém por causa dos problemas da cidade e eu queria prevenir isso,” afirma. Ele destaca que a cidade enfrenta uma alta taxa de pobreza, com 38,3% da população abaixo da linha de pobreza, e um salário médio que é metade do de Tel-Aviv.
A demografia de Jerusalém é um desafio, com 40% da população árabe e 28% ultraortodoxa. Schwartz observa que 50% dos homens ultraortodoxos e 70% das mulheres árabes não trabalham por escolha, o que impacta negativamente a economia local. O vice-prefeito também menciona que o imposto municipal é o mais alto de Israel, refletindo a necessidade de compensações para essas comunidades.
Para atrair novos investimentos, Schwartz está implementando projetos de infraestrutura, incluindo a construção de 4 milhões de metros quadrados de espaço para escritórios. Ele acredita que a diversidade da cidade é uma vantagem, pois “as pessoas que cresceram aqui têm grandes vantagens.” Além disso, ele destaca o aumento do interesse dos árabes de Jerusalém em obter cidadania israelense, com quase 40% já solicitando.
A cidade, que tem uma média de idade de 24 anos, enfrenta uma crise imobiliária e a fuga de talentos. “Precisamos tornar Jerusalém mais vibrante e atrativa para os jovens,” conclui Schwartz, enfatizando a importância da inclusão e do diálogo entre as diferentes comunidades.
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