- Reguladores da China intensificaram restrições sobre stablecoins, orientando empresas a parar a promoção desses ativos.
- As autoridades destacam riscos especulativos e fraudes, especialmente em stablecoins pareadas ao dólar.
- As novas diretrizes foram divulgadas entre o final de julho e o início de agosto de 2023.
- A China considera criar stablecoins pareadas ao yuan, visando facilitar transações maiores e transfronteiriças.
- Enquanto isso, Hong Kong avança na adoção de criptomoedas, com planos para emitir stablecoins pareadas ao dólar.
Reguladores da China intensificaram as restrições sobre o uso de stablecoins, instruindo empresas do setor financeiro a interromper a promoção dessas criptomoedas. As autoridades destacam os riscos especulativos e de fraude associados a esses ativos, especialmente aqueles pareados ao dólar. As orientações foram divulgadas entre o final de julho e o início de agosto de 2023.
O foco das novas diretrizes é a crescente popularidade das stablecoins no mercado. As autoridades chinesas buscam entender melhor o papel dessas moedas digitais nas transações financeiras internacionais, enquanto alertam para os golpes financeiros que têm surgido, incluindo a criação de stablecoins falsas. Em julho, um aviso sobre esses crimes foi emitido, refletindo a preocupação do governo com a segurança financeira.
Avanços em Stablecoins
Apesar da proibição de investimentos em criptomoedas desde 2021, a China está considerando a criação de stablecoins pareadas ao yuan. Atualmente, o país já possui uma moeda digital de banco central (CBDC), mas as stablecoins poderiam facilitar transações maiores e transfronteiriças. Enquanto isso, Hong Kong avança na adoção de criptomoedas, com planos para permitir a emissão de stablecoins pareadas ao dólar nos próximos meses.
A aproximação dos Estados Unidos com o mercado de criptomoedas também influencia o cenário. O ex-presidente Donald Trump se tornou um defensor das stablecoins e sancionou um projeto de lei em julho que regula essa classe de ativos. A situação na China, com suas novas diretrizes e possíveis inovações, contrasta com o movimento mais liberal de Hong Kong, que busca manter sua relevância no mercado global.
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