- O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a fusão entre Marfrig e BRF por rito sumário.
- A decisão foi tomada após a rejeição de uma proposta que pedia uma análise mais complexa do negócio.
- O pedido de reavaliação foi feito pelo frigorífico Minerva e pela Latache Capital, acionista minoritária da BRF.
- Os conselheiros do Cade consideraram que a fusão não apresenta complexidade suficiente para uma análise prolongada.
- A nova empresa, chamada MBRF, terá uma receita líquida anual de R$ 152 bilhões e sua formalização deve ocorrer em breve.
Um importante passo foi dado na fusão entre Marfrig e BRF, com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidindo aprovar a operação por rito sumário. Essa decisão ocorre após a rejeição de uma proposta que sugeria uma avaliação mais complexa do negócio, que poderia atrasar o processo.
A recomendação para uma análise mais detalhada partiu do presidente interino do Cade, Gustavo de Lima, em resposta a um pedido de reavaliação feito pelo frigorífico Minerva e pela Latache Capital, acionista minoritária da BRF. No entanto, os quatro conselheiros do Cade se opuseram à proposta, indicando que a fusão não apresenta complexidade suficiente para uma análise prolongada. O voto da conselheira Camila Alves ainda está pendente, mas não há expectativa de mudança na decisão.
Com a aprovação iminente, a nova empresa resultante da fusão, chamada MBRF, deverá ter uma receita líquida anual de R$ 152 bilhões. A criação da MBRF representa uma significativa consolidação no setor de alimentos, o que pode impactar o mercado e a concorrência. A expectativa é que a formalização da fusão ocorra em breve, marcando um novo capítulo para as duas gigantes do setor.
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