- O Ibovespa Futuro inicia a semana em baixa, com queda de 0,14%, atingindo 136.095 pontos.
- O governo discute medidas de apoio a setores afetados por tarifas dos Estados Unidos, com anúncio previsto até terça-feira.
- O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, fará uma palestra às 10h30 na Associação Comercial de São Paulo.
- Balanços corporativos de empresas como Sabesp, Caixa Seguridade, Natura e Vamos serão divulgados hoje.
- O Dow Jones Futuro sobe 0,28%, enquanto o dólar à vista registra leve alta de 0,09%, cotado a R$ 5,442.
O Ibovespa Futuro inicia a semana em baixa, com investidores atentos às discussões do governo sobre medidas de apoio a setores impactados por tarifas dos Estados Unidos. Às 9h05 (horário de Brasília), o contrato com vencimento em agosto registrava queda de 0,14%, alcançando 136.095 pontos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reunirá com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, para discutir um plano de contingência, que deve ser anunciado até terça-feira. A expectativa é alta, especialmente com a palestra do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, marcada para as 10h30, durante a Reunião do Conselho Político e Social da Associação Comercial de São Paulo.
Expectativas do Mercado
Além das reuniões governamentais, o dia será marcado pela divulgação de balanços corporativos de empresas como Sabesp, Caixa Seguridade, Natura e Vamos. No cenário internacional, o foco recai sobre dados de inflação nos EUA e as negociações tarifárias, com a possibilidade de prorrogação do prazo para tarifas com a China, que vence na terça-feira.
Os mercados externos também influenciam o cenário local. O Dow Jones Futuro subia 0,28%, enquanto o S&P Futuro e o Nasdaq Futuro apresentavam altas de 0,17% e 0,09%, respectivamente. O dólar à vista, por sua vez, registrava leve alta de 0,09%, cotado a R$ 5,442.
Cenário Geopolítico
Na geopolítica, a reunião entre os presidentes dos EUA e da Rússia, Donald Trump e Vladimir Putin, no Alasca, na próxima sexta-feira, visa discutir o fim da guerra na Ucrânia. A expectativa é que essa cúpula possa impactar as negociações sobre tarifas e sanções, especialmente no setor de petróleo, que já apresenta recuperação após quedas significativas na semana anterior.
Os preços do petróleo estão em alta, impulsionados pela expectativa de um possível acordo que poderia aliviar as sanções sobre o fornecimento de petróleo russo. Enquanto isso, as cotações do minério de ferro na China também subiram, refletindo a demanda por reposição de estoques nas siderúrgicas.
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