- A busca por segurança patrimonial aumenta em momentos de instabilidade política e econômica no Brasil.
- O mercado imobiliário é uma das principais estratégias para proteção e diversificação de investimentos.
- Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de setenta por cento do patrimônio das famílias brasileiras está em imóveis.
- No segmento de alto padrão, a escassez de terrenos e a demanda qualificada sustentam a valorização dos imóveis.
- Investir em imóveis é visto como uma forma de proteger recursos em tempos de incerteza econômica, além de ser uma estratégia de planejamento sucessório.
Por Jorge Cury
A busca por alternativas que garantam segurança ao patrimônio cresce sempre que o ambiente político e econômico apresenta sinais de instabilidade. No Brasil, esse movimento é recorrente e exige atenção constante à forma e ao momento de alocação dos recursos.
Entre as opções disponíveis, o mercado imobiliário se mantém como uma das estratégias mais recorrentes para proteção e diversificação. Segundo o IBGE, mais de 70% do patrimônio das famílias brasileiras está vinculado a imóveis.
Esse comportamento tem fundamento. Ativos financeiros são diretamente impactados por decisões conjunturais. Já o imóvel preserva seu valor de maneira mais estável e concreta, especialmente quando se trata de empreendimentos com localização estratégica e oferta restrita.
No segmento de alto padrão, essa lógica se acentua. A escassez de terrenos bem posicionados, aliada à demanda qualificada, sustenta a valorização e reforça o imóvel como instrumento de segurança patrimonial.
A experiência à frente da UMÃ tem revelado um aumento contínuo na procura por imóveis como parte de uma estratégia de longo prazo. Famílias e investidores recorrem tanto à aquisição direta quanto a estruturas oferecidas por gestores e instituições para compor ou ampliar portfólios.
A propriedade física cumpre ainda um papel relevante no planejamento sucessório, sendo incorporada a modelos de transmissão patrimonial que buscam eficiência e previsibilidade.
O imóvel, neste contexto, não é apenas uma escolha de investimento. Se torna um mecanismo de proteção em ciclos prolongados de incerteza, com potencial de retorno e preservação consistente ao longo do tempo.
Essa leitura tem ganhado força em diferentes segmentos do mercado, indicando que o imóvel se mantém como uma base sólida diante de oscilações que afetam outras formas de aplicação.
Enquanto decisões políticas e variações econômicas seguem impactando os ativos tradicionais, a propriedade permanece ancorada na realidade concreta do uso, da escassez e da demanda contínua.
Investir em imóveis, portanto, não é apenas uma forma de rentabilizar capital. É, sobretudo, uma decisão de ancorar recursos em ativos que resistem ao tempo e às mudanças do cenário macroeconômico.
Sobre Jorge Cury:
Paulistano, veio do mercado financeiro, onde se consolidou. Com mais de uma década no mercado imobiliário, fundou a UMÃ Incorporadora. O primeiro projeto da incorporadora teve como parceiro o fundo TG Core, sendo estruturado em alto nível de governança, auditado pela Ernst & Young e distribuído pela XP Investimentos. Em sua atuação, Jorge Cury conecta investimentos institucionais ao desenvolvimento de ativos imobiliários de alto padrão orientados à rentabilidade. Na UMÃ, adota modelo desvinculado de parâmetros tradicionais do setor. A estratégia se concentra em três pilares: produto, operação e governança, elementos usados como base para a estruturação de empreendimentos e processos internos.
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