- A Zamp (ZAMP3), operadora do Burger King no Brasil, reportou um prejuízo líquido de R$ 73 milhões no segundo trimestre de 2025 (2T25), aumento de 163,6% em relação ao 2T24.
- A receita líquida cresceu 16%, totalizando R$ 1,3 bilhão.
- O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado foi de R$ 173,5 milhões, com crescimento de 16,5% em comparação ao ano anterior.
- A dívida líquida da empresa caiu 1,6%, totalizando R$ 867 milhões, enquanto a alavancagem financeira subiu para 2,5 vezes.
- As despesas com vendas nos restaurantes representaram 45,8% da receita líquida, uma redução de 1,8 ponto percentual em relação ao 2T24.
A Zamp (ZAMP3), responsável pela operação do Burger King no Brasil, apresentou resultados financeiros preocupantes no segundo trimestre de 2025 (2T25). A empresa registrou um prejuízo líquido de R$ 73 milhões, um aumento de 163,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Apesar do prejuízo, a receita líquida da companhia cresceu 16%, totalizando R$ 1,3 bilhão. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado alcançou R$ 173,5 milhões, refletindo um crescimento de 16,5% em comparação ao 2T24. A margem Ebitda ajustada foi de 34,9%, apresentando uma leve queda de 0,1 ponto percentual em relação ao ano anterior.
Desempenho Financeiro
O resultado financeiro da Zamp foi negativo em R$ 94,4 milhões, uma deterioração em relação aos R$ 45,2 milhões negativos registrados no 2T24. As despesas com vendas nos restaurantes, excluindo depreciação e amortização, representaram 45,8% da receita líquida, uma redução de 1,8 ponto percentual em comparação ao mesmo período do ano passado.
Em termos de endividamento, a dívida líquida da Zamp foi de R$ 867 milhões, apresentando uma diminuição de 1,6% em relação ao 2T24. O indicador de alavancagem financeira, medido pela relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado, ficou em 2,5 vezes, um aumento de 0,3 ponto percentual em relação ao ano anterior.
Esses resultados refletem um cenário desafiador para a Zamp, que, apesar do crescimento na receita, enfrenta dificuldades significativas em sua rentabilidade e gestão de custos.
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