- A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) iniciou discussões sobre um novo modelo de sustentabilidade financeira para o futebol brasileiro.
- O primeiro encontro contou com representantes de 34 clubes e 10 federações, visando a criação do Sistema de Sustentabilidade Financeira (SSF).
- A proposta sugere limitações nos aportes financeiros das Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs), priorizando investimentos baseados na arrecadação dos clubes.
- Um novo encontro está agendado para 26 de novembro, onde será apresentada a parte técnica do projeto, com foco em adaptar práticas internacionais ao cenário brasileiro.
- O modelo de fair play financeiro da UEFA será utilizado como referência para garantir a saúde financeira dos clubes.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deu início a discussões sobre um novo modelo de sustentabilidade financeira para o futebol nacional. O primeiro encontro, realizado com representantes de 34 clubes e 10 federações, teve como foco a criação do Sistema de Sustentabilidade Financeira (SSF), inspirado em práticas internacionais como o fair play financeiro da UEFA.
Durante a reunião, foi apresentado um modelo que pode impor limitações aos aportes financeiros das Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs). A proposta sugere que os investimentos devem ser realizados com base na arrecadação dos clubes, evitando contratações que não tenham respaldo financeiro comprovado. Assim, a injeção de recursos se concentraria em áreas estruturais, como centros de treinamento e base.
Próximos Passos
Um novo encontro está agendado para o dia 26 de novembro, onde será apresentada a parte técnica do projeto. A CBF pretende discutir exemplos internacionais e adaptar as melhores práticas ao cenário brasileiro. O conceito de fair play financeiro, já aplicado na Europa, servirá como referência para garantir a saúde financeira das agremiações.
Na UEFA, por exemplo, os clubes devem manter seus gastos com salários e transferências dentro de 70% das receitas. Além disso, é necessário apresentar balanços equilibrados nos últimos três anos, com uma margem de prejuízo tolerada. A implementação do SSF visa promover um ambiente mais sustentável no futebol brasileiro, alinhando-se a essas normas internacionais.
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