- O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, anunciou que a votação do projeto de lei que amplia a isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) para quem ganha até R$ 5.000 pode ocorrer em breve.
- A proposta já foi aprovada por unanimidade em uma comissão especial e é uma promessa do governo Lula.
- Motta destacou que a medida pode beneficiar cerca de dez milhões de trabalhadores e proporcionar uma renda extra.
- O relator do projeto, Arthur Lira, indicou que a votação pode ser adiada para dezembro, dependendo da agenda da Câmara.
- Atualmente, a isenção do IR é válida para quem recebe até R$ 3.036 mensais, e o projeto prevê um imposto mínimo para rendas superiores a R$ 600 mil por ano.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, anunciou que a votação do projeto de lei que amplia a isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) para quem ganha até R$ 5.000 pode ocorrer em breve. A proposta, que já recebeu aprovação unânime em uma comissão especial, é uma promessa do governo Lula e visa beneficiar cerca de dez milhões de trabalhadores.
Motta destacou a importância da medida, afirmando que ela pode proporcionar uma renda extra para muitos brasileiros. “Nos próximos dias, esperamos que a medida possa ser apreciada no plenário da Câmara”, disse ele em entrevista à GloboNews. O relator do projeto, Arthur Lira, indicou que a votação pode ser adiada para dezembro, dependendo da agenda da Câmara.
Atualmente, a isenção do IR é válida para quem recebe até R$ 3.036 mensais. A ampliação da faixa de isenção é vista como uma forma de aliviar a carga tributária sobre a população de baixa renda. Para compensar a renúncia de receita, o projeto prevê um imposto mínimo para rendas superiores a R$ 600 mil por ano.
Expectativas e Desafios
A proposta já conta com o apoio de diversos líderes e é considerada uma prioridade para o segundo semestre. Motta ressaltou que o ambiente na Câmara é favorável à aprovação da matéria. “A ministra Gleisi Hoffmann e o presidente Lula também reforçaram a importância de analisar essa pauta”, afirmou.
Lira, por sua vez, enfatizou que a aprovação no plenário pode enfrentar desafios, especialmente em relação à forma de compensação. Ele mencionou que o texto pode sofrer alterações antes da votação final. “Uma coisa é a aprovação em comissão, outra é no plenário”, observou.
A expectativa é que a proposta avance rapidamente, refletindo o compromisso do governo com a melhoria das condições econômicas da população e a redução das desigualdades sociais.
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