- A Transmissora Aliança de Energia Elétrica – Taesa (TAEE11) registrou lucro líquido regulatório de R$ 299,4 milhões no segundo trimestre de 2025, com crescimento de 1,8% em relação ao ano anterior.
- O Ebitda regulatório foi de R$ 521,7 milhões, apresentando aumento de 7,5% ano a ano, superando expectativas do mercado.
- A empresa anunciou a distribuição total de R$ 299,4 milhões em dividendos, sendo R$ 79,3 milhões em dividendos intercalares e R$ 220,1 milhões em juros sobre capital próprio, com pagamento previsto para 27 de novembro.
- A receita operacional líquida foi de R$ 621,3 milhões, um aumento de 7,2%, enquanto os custos e despesas totalizaram R$ 201,7 milhões, alta de 10,9%.
- A dívida líquida aumentou em R$ 140 milhões, mantendo a alavancagem em 4,1 vezes a relação entre dívida líquida e Ebitda.
A Transmissora Aliança de Energia Elétrica – Taesa (TAEE11) reportou um lucro líquido regulatório de R$ 299,4 milhões no segundo trimestre de 2025, um crescimento de 1,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. O Ebitda regulatório alcançou R$ 521,7 milhões, com um aumento de 7,5% ano a ano, superando as expectativas do mercado.
Além dos resultados financeiros, a empresa anunciou a distribuição de R$ 299,4 milhões em dividendos, sendo R$ 79,3 milhões em dividendos intercalares e R$ 220,1 milhões em juros sobre capital próprio. O pagamento está agendado para 27 de novembro, com base na posição acionária de 18 de agosto. Os dividendos intercalares terão um valor de R$ 0,29 por ação e R$ 0,87 por Unit.
Desempenho Financeiro
A receita operacional líquida da Taesa foi de R$ 621,3 milhões, um aumento de 7,2% em relação ao ano anterior. Os custos e despesas totalizaram R$ 201,7 milhões, refletindo uma alta de 10,9%. A despesa financeira líquida regulatória foi de R$ 227,1 milhões, 11,9% superior ao registrado no segundo trimestre de 2024.
Os analistas do Safra consideraram os resultados “sem incidentes”, destacando a distribuição de dividendos como “moderada”. Apesar de um trimestre fraco, a empresa conseguiu controlar custos e se beneficiar de impostos mais baixos. O rendimento dos dividendos representa 2,6%.
Perspectivas e Recomendações
Os analistas permanecem atentos ao desempenho da Taesa, especialmente em relação à sua alavancagem e aos desafios regulatórios. O Morgan Stanley e o JPMorgan reiteraram recomendações de venda, citando riscos associados a leilões de transmissão e despesas operacionais acima do esperado. A dívida líquida aumentou em R$ 140 milhões, mantendo a alavancagem em 4,1 vezes a relação entre dívida líquida e Ebitda.
A Taesa busca equilibrar crescimento e sustentabilidade financeira, enquanto continua a expandir suas operações no setor de transmissão de energia.
Entre na conversa da comunidade