- O dólar à vista fechou em baixa de 0,35% na sexta-feira, 15, cotado a R$ 5,398.
- A moeda teve uma desvalorização de 0,70% durante a semana.
- A queda é impulsionada por expectativas de redução de juros nos Estados Unidos, após dados de inflação mais fracos.
- O economista Thiago Calestine, da Dom Investimentos, destacou que a expectativa de um corte mais agressivo pelo Federal Reserve (Fed) na próxima reunião em setembro influencia o mercado.
- No mesmo dia, ocorreu um encontro entre Donald Trump e Vladimir Putin no Alasca, com a guerra na Ucrânia como tema central.
O dólar à vista encerrou a sessão de sexta-feira, 15, com uma queda de 0,35%, cotado a R$ 5,398. A moeda apresentou uma desvalorização de 0,70% ao longo da semana, refletindo um cenário de desvalorização global. Esse movimento é impulsionado por expectativas de redução de juros nos Estados Unidos, especialmente após a divulgação de dados de inflação mais fracos.
O economista Thiago Calestine, sócio da Dom Investimentos, explica que a expectativa de um corte de juros mais agressivo pelo Federal Reserve (Fed) na próxima reunião do Comitê de Mercado Aberto (Fomc), em setembro, tem influenciado o mercado. “Esse resultado aumentou a probabilidade de uma ação mais contundente do Fed”, afirma Calestine. Com a possibilidade de juros mais baixos, os ativos em dólar tornam-se menos atrativos, reduzindo a demanda global pela moeda.
Encontro entre líderes
Na mesma data, o encontro entre Donald Trump e Vladimir Putin no Alasca foi um dos principais destaques. Esta foi a primeira reunião presencial entre os líderes desde o retorno de Trump à Casa Branca, com a guerra na Ucrânia como tema central. Trump expressou a esperança de um acordo de paz, embora tenha descartado um cessar-fogo imediato.
O dólar à vista é a cotação utilizada para liquidações imediatas, geralmente em até dois dias úteis, sendo amplamente utilizado por empresas e instituições financeiras. Já o dólar futuro, negociado na Bolsa de Valores, é projetado para contratos a serem liquidados em datas futuras, refletindo as expectativas do mercado sobre a economia.
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