- No segundo trimestre de 2023, a taxa de desemprego em São Paulo foi de 5,1%, a menor desde 2012.
- O número de pessoas ocupadas no estado chegou a 24,353 milhões, o maior em 13 anos.
- A taxa de desemprego em São Paulo é inferior à média nacional de 5,8% e à da região Sudeste, que foi de 5,3%.
- O rendimento médio dos trabalhadores em São Paulo alcançou R$ 4.170, superior ao da região Sudeste (R$ 3.914) e à média nacional (R$ 3.477).
- O número de desocupados no estado caiu para 1,319 milhão, uma redução de 18,3% em relação ao trimestre anterior.
O estado de São Paulo registrou no 2º trimestre deste ano uma taxa de desemprego de 5,1%, a menor desde o início da série histórica do IBGE, em 2012. Esse resultado é superior à média nacional de 5,8% e à taxa da região Sudeste, que ficou em 5,3%. O número de pessoas ocupadas no estado atingiu 24,353 milhões, o maior em 13 anos, representando uma alta de 0,8% em relação ao primeiro trimestre e de 2,2% em comparação ao mesmo período do ano passado.
Os dados, fornecidos pela Fundação Seade com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), mostram que São Paulo responde por 24% do total de ocupações no Brasil, que soma 102,316 milhões. O número de desocupados no estado caiu para 1,319 milhão, uma redução de 18,3% em relação ao trimestre anterior e de 19,1% em relação ao mesmo trimestre do ano passado.
Rendimento Médio
O rendimento médio dos trabalhadores em São Paulo também apresentou crescimento, alcançando R$ 4.170. Esse valor representa um aumento de 1,7% tanto em relação ao primeiro trimestre quanto ao mesmo período do ano anterior. O rendimento paulista é superior ao da região Sudeste, que é de R$ 3.914, e à média nacional, que é de R$ 3.477. Entre os estados do Sudeste, apenas o Rio de Janeiro, com R$ 4.205, apresenta um rendimento médio maior.
Esses números indicam que a região Sudeste foi a única a registrar um aumento significativo no rendimento, com uma alta de 1,8%. Comparando com o 2º trimestre de 2024, o crescimento dos rendimentos na região foi de 2,8%. A combinação de uma taxa de desemprego em queda e um aumento no rendimento médio sugere uma recuperação econômica no estado, refletindo um cenário mais otimista para os trabalhadores paulistas.
Entre na conversa da comunidade