- O Ibovespa futuro fechou em 139.395 pontos na sexta-feira, 13 de outubro, com estabilidade e alta semanal de 0,05%.
- O mercado reagiu a fatores externos, como a cúpula entre Donald Trump e Vladimir Putin e dados de inflação nos Estados Unidos.
- O dólar caiu 0,35%, cotado a R$ 5,398.
- O Banco do Brasil teve destaque positivo, com alta de 4,03% após a divulgação de seu balanço.
- Frigoríficos também apresentaram ganhos, enquanto ações da Vale e da Petrobras sofreram quedas discretas.
O Ibovespa futuro encerrou a última sexta-feira, 13 de outubro, em 139.395 pontos, mantendo-se estável, mas registrando uma leve alta semanal de 0,05%. O mercado demonstrou cautela em resposta a fatores externos, como a cúpula entre Donald Trump e Vladimir Putin e os recentes dados de inflação nos Estados Unidos. Em Nova York, os índices apresentaram um desempenho misto, mas conseguiram fechar a semana no azul.
O dólar teve uma queda de 0,35%, cotado a R$ 5,398. Para os traders de mini-índice, o dia foi marcado por volatilidade contida. O destaque positivo foi o Banco do Brasil (BBAS3), que viu suas ações dispararem 4,03% após a divulgação de seu balanço. Frigoríficos também apresentaram ganhos significativos, enquanto as ações da Vale (VALE3) e da Petrobras (PETR4) sofreram quedas discretas, limitando a recuperação do índice.
Análise Técnica
A estabilidade do índice deixa em aberto os próximos movimentos. Para que o mini-índice retome a tendência de baixa, será necessário romper o suporte em 139.280/138.935 pontos. Caso ocorra um fluxo vendedor, os próximos alvos podem ser 138.450/137.965 pontos, com extensão até 137.570/137.000 pontos. Por outro lado, uma recuperação do fluxo comprador dependerá da quebra da resistência em 139.615/140.270 pontos, podendo levar o ativo a 140.515/140.855 pontos e, eventualmente, a 141.430/141.885 pontos.
No gráfico diário, o ativo formou um spinning top, indicando um equilíbrio entre compradores e vendedores e sugerindo volatilidade futura. O índice opera acima das médias de 9, 21 e 200 períodos, mantendo um suporte estrutural. Para retomar a alta, será necessário romper a resistência em 140.820/141.493 pontos, mirando 141.890/144.400 pontos. A perda da faixa de 139.185/138.400 pontos poderia reforçar a pressão vendedora, com alvos em 136.640/135.200 pontos.
O Índice de Força Relativa (IFR) marca 50,67 pontos, indicando uma região neutra. A leitura nos gráficos de 60 minutos também mostra indefinição, com os preços oscilando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Para que o ativo retome a força compradora, é necessário superar a resistência em 139.700/140.460 pontos. Se isso ocorrer, o ativo pode buscar 141.495/141.885 pontos e, em um movimento mais amplo, 142.880/143.567 pontos. A quebra do suporte em 139.275/138.450 pontos pode abrir espaço para quedas em direção a 138.960/137.470 pontos, com extensão até 136.300/135.475 pontos.
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