- O ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, anunciou iniciativas para fortalecer a aviação regional no Brasil.
- Apenas 12% da frota comercial do país é composta por aeronaves da Embraer, em comparação com 50% nos Estados Unidos e 48% na França.
- O governo busca aumentar a participação da Embraer, incentivando a compra de aviões pequenos e médios pelas companhias aéreas.
- Costa Filho prevê um aumento no número de passageiros de 98 milhões em 2022 para cerca de 128 milhões até 2025.
- Foi criada uma linha de crédito de R$ 4 bilhões para facilitar a aquisição de novos aviões pelas companhias aéreas.
O governo brasileiro, por meio do ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, anunciou novas iniciativas para fortalecer a aviação regional e incentivar a compra de aeronaves da Embraer. Durante um fórum sobre infraestrutura, realizado nesta segunda-feira, 18 de setembro, o ministro destacou que apenas 12% da frota comercial do país é composta por modelos da fabricante nacional, em contraste com os 50% nos Estados Unidos e 48% na França.
Costa Filho enfatizou a importância de aumentar a participação da Embraer na aviação brasileira, afirmando que o governo está trabalhando para que as companhias aéreas adquiram aviões pequenos e de médio porte. Ele também mencionou que a Embraer está em discussões para a fabricação de aeronaves maiores, o que poderia consolidar ainda mais a indústria nacional.
Projeções de Crescimento
O ministro apresentou dados otimistas sobre o crescimento da aviação civil no Brasil, prevendo que o número de passageiros aumentará de 98 milhões em 2022 para cerca de 128 milhões até 2025. Essa expansão no setor é vista como uma oportunidade para as companhias aéreas investirem em aeronaves nacionais.
Além disso, Costa Filho anunciou a criação de uma linha de crédito de R$ 4 bilhões para apoiar as companhias aéreas, facilitando a aquisição de novos aviões. Ele também mencionou que a Azul deve sair da recuperação judicial em setembro, o que pode contribuir para a recuperação do setor.
Essas medidas visam não apenas fortalecer a indústria da aviação no Brasil, mas também promover o uso de conteúdo local, garantindo que a produção nacional tenha um papel mais significativo na frota aérea do país.
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