- O Ibovespa futuro caiu 2,52% nesta terça-feira, alcançando 136.490 pontos.
- A queda foi influenciada pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a Lei Magnitsky e pelo aumento de tarifas do governo dos Estados Unidos.
- As ações de bancos sofreram perdas significativas, com o Banco do Brasil caindo 6,03% e o Santander, 4,88%.
- A Petrobras também registrou queda de 1,05%, enquanto frigoríficos e a Vale ajudaram a mitigar as perdas do índice.
- O cenário técnico indica que, se o suporte em 136.250/135.960 pontos for rompido, o índice pode buscar novos níveis em 135.475/135.200 pontos.
O Ibovespa futuro registrou uma queda significativa de 2,52% nesta terça-feira, atingindo 136.490 pontos. Essa desvalorização foi impulsionada pela decisão do STF sobre a Lei Magnitsky, que gerou incertezas no setor bancário, e pelo aumento das tarifas impostas pelo governo Trump, que intensificou a aversão ao risco nos mercados.
As ações de bancos foram as mais afetadas, com Banco do Brasil caindo 6,03%, seguido por Santander (-4,88%), Bradesco (-3,43%) e Itaú (-3,05%). A Petrobras também enfrentou perdas, recuando 1,05%. Em contrapartida, frigoríficos e a Vale conseguiram mitigar parcialmente as perdas do índice.
Análise Técnica
O cenário de forte pressão vendedora foi evidente, especialmente para os traders de mini-índice (WINV25). O fechamento em baixa reforça a predominância do lado vendedor. Se o suporte em 136.250/135.960 pontos for rompido, o índice pode buscar novos alvos em 135.475/135.200 pontos, com possibilidade de extensão até 134.530/133.740 pontos. Para uma recuperação, o ativo precisaria superar a resistência em 136.700/136.970 pontos.
No gráfico diário, o mini-índice confirmou a força vendedora, com um candle de baixa rompendo as médias de 9, 21 e 200 períodos. Para reverter essa tendência negativa, seria necessário retomar a região de 138.055/139.120 pontos, o que poderia levar o ativo a buscar 140.200/140.820 pontos.
Perspectivas Futuras
No gráfico de 60 minutos, o viés permanece baixista, com o mini-índice negociando abaixo das médias. Para que haja um respiro comprador, é essencial que o ativo supere a resistência em 136.700/137.330 pontos. Caso contrário, a continuidade da queda pode levar o mercado a testar 135.200/133.740 pontos, ampliando o risco vendedor. O Índice de Força Relativa (IFR) está em 41,00, indicando uma região neutra.
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