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Empresas competem por espaço em prédio histórico da Oi no Leblon com retrofit

Demanda por locação no Leblon cresce com escassez de espaços, enquanto HSI avança no retrofit do prédio da Oi e espera contratos em breve

HSI adquiriu o antigo prédio da Oi, no Leblon, em 2023 (Foto: Oi | Marcos Pinto/Divulgação)
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  • O retrofit do antigo prédio da Oi, no Leblon, Rio de Janeiro, está em andamento e atrai interesse de empresas de diversos setores.
  • A HSI adquiriu o imóvel por R$ 205 milhões em 2023 e prevê a entrega do espaço para julho de 2026.
  • O aluguel estimado é de R$ 320 por metro quadrado.
  • A demanda é alta, com negociações em curso com empresas de tecnologia e óleo e gás.
  • A escassez de espaços na Zona Sul do Rio de Janeiro contribui para a competição entre locatários, com uma taxa de vacância abaixo de 5% no Leblon e Ipanema.

O retrofit do antigo prédio da Oi, situado no Leblon, Rio de Janeiro, avança rapidamente, atraindo o interesse de grandes empresas de diversos setores. A HSI, responsável pela aquisição do imóvel por R$ 205 milhões em 2023, prevê a entrega do novo espaço corporativo para julho de 2026. O aluguel estimado será de R$ 320 por metro quadrado.

Bruno Greve, sócio e diretor de investimentos da HSI, destacou que a demanda é intensa, com negociações em andamento com empresas de tecnologia, óleo e gás. “Nos próximos meses, devemos ter assinaturas de contratos de locação”, afirmou Greve. O novo empreendimento, que oferece flexibilidade de espaço, pode atender desde locatários que buscam 200 metros quadrados até aqueles que necessitam de 20 mil metros quadrados.

Demanda e Escassez

A escassez de espaços na Zona Sul do Rio de Janeiro, que inclui bairros como Copacabana e Ipanema, justifica a competição entre locatários. De acordo com a pesquisa da CBRE, a região possui apenas 170 mil metros quadrados de lajes corporativas, com uma taxa de vacância de apenas 7%. No Leblon e Ipanema, essa taxa é ainda menor, abaixo de 5%, devido à alta demanda e à falta de novos empreendimentos.

O processo de aquisição do prédio envolveu a aprovação da Anatel, uma vez que o local ainda abrigava equipamentos da antiga central telefônica da Oi. A transação foi finalizada em dezembro de 2023, após um longo processo de negociação que começou em 2022. A Anatel autorizou a venda ao concluir que o imóvel não era mais um bem reversível ligado à concessão pública da Oi.

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