- O Ibovespa futuro fechou em alta de 0,45%, atingindo 137.145 pontos, após uma queda significativa no dia anterior.
- A valorização das ações da Petrobras e ajustes nos bancos contribuíram para a recuperação.
- O dólar comercial recuou 0,48%, cotado a R$ 5,473, e os juros futuros também caíram.
- Apesar do cenário positivo, a cautela persiste devido a incertezas nas relações entre Brasil e Estados Unidos e à expectativa em torno do discurso de Jerome Powell.
- Para manter a alta, o Ibovespa precisa romper a resistência entre 137.210 e 137.665 pontos; caso contrário, pode testar suportes em 136.820 e 136.250 pontos.
O Ibovespa futuro encerrou o dia em alta de 0,45%, alcançando 137.145 pontos, após uma correção significativa em resposta à forte queda da véspera. Esse movimento de recuperação foi impulsionado pela valorização das ações da Petrobras e ajustes nos bancos, que ajudaram a mitigar as perdas recentes.
O dólar comercial também apresentou um recuo de 0,48%, cotado a R$ 5,473, enquanto os juros futuros caíram, indicando um alívio temporário nos mercados. Apesar desse cenário positivo, a cautela ainda predomina, especialmente em função das incertezas nas relações entre Brasil e EUA e da expectativa em torno do discurso de Jerome Powell em Jackson Hole.
Análise do Mercado
Os traders de mini-índice (WINV25) observaram uma trégua na pressão vendedora, mas sem sinais claros de uma recuperação robusta. Para que o Ibovespa mantenha sua trajetória de alta, será necessário um fluxo comprador que consiga romper a resistência entre 137.210 e 137.665 pontos. Caso essa faixa seja superada, os próximos alvos podem ser 137.965 e 138.450 pontos.
Por outro lado, se a pressão vendedora retornar, a perda do suporte em 136.820 e 136.250 pontos poderá intensificar a correção, levando o índice a testar níveis mais baixos, como 135.960 e 135.475 pontos. No gráfico diário, mesmo com a recuperação pontual, o mini-índice permanece abaixo das médias de 9, 21 e 200 períodos, o que sugere uma estrutura ainda fragilizada.
Expectativas Futuras
No gráfico de 60 minutos, o viés continua cauteloso, com o ativo abaixo das médias móveis. Para que a tendência de alta se sustente, é crucial romper a resistência em 137.665 e 137.945 pontos. Se essa barreira for superada, os próximos alvos podem ser 138.450 e 138.955 pontos. Caso contrário, a perda do suporte em 136.820 e 136.250 pontos poderá resultar em novas mínimas, mirando 135.365 e 135.200 pontos.
O Índice de Força Relativa (IFR) está em 43,56, indicando uma região neutra, sem sinais de sobrecompra ou sobrevenda. O mercado permanece atento às movimentações externas, especialmente com a volatilidade observada nos índices de Nova York, que continuam a pressionar ativos de risco.
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