- O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou discussões para a construção de uma nova grande usina hidrelétrica, inspirada na Itaipu Binacional.
- O projeto visa aumentar a geração de energia no Rio Madeira, em parceria com a Bolívia.
- Silveira ressaltou a importância de retomar grandes hidrelétricas e a cooperação com a Bolívia para aproveitar o potencial da região.
- Durante um evento sobre pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), o ministro destacou que essas usinas têm menor impacto ambiental e ajudam a estabilizar o sistema elétrico.
- O leilão realizado movimentou R$ 5,5 bilhões e contratou 815,6 megawatts de potência, com início de fornecimento previsto para 1º de janeiro de 2030.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou nesta sexta-feira, 27 de outubro, que o governo brasileiro está em discussões para a construção de uma nova grande usina hidrelétrica, inspirada na Itaipu Binacional. O projeto visa aumentar a geração de energia no Rio Madeira, em parceria com a Bolívia. Silveira destacou a importância de retomar grandes hidrelétricas e mencionou a cooperação com o país vizinho como um passo crucial para aproveitar o potencial da região.
Durante um evento que apresentou os resultados de um leilão para a contratação de energia de pequenas hidrelétricas, o ministro enfatizou a relevância das pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) para o setor elétrico. Ele afirmou que essas usinas têm menor impacto ambiental e podem funcionar como “baterias” para o sistema elétrico, proporcionando estabilidade e complementando fontes intermitentes, como solar e eólica.
O leilão realizado movimentou R$ 5,5 bilhões em investimentos, com a contratação de 815,6 megawatts de potência e 384,5 megawatts médios em eletricidade. As obras de 65 usinas hidrelétricas, que atenderão a demanda de distribuidoras no mercado regulado, estão previstas para iniciar fornecimento em 1º de janeiro de 2030. Silveira também mencionou a intenção de avançar com o complexo hidrelétrico do Tapajós, na Amazônia, que enfrenta entraves de licenciamento.
A estratégia do governo reflete um esforço para diversificar a matriz energética do Brasil, reduzindo a dependência de grandes corredores de transmissão e promovendo um uso mais eficiente dos recursos hídricos disponíveis.
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