- A China anunciou a emissão de 200 mil toneladas métricas de cotas de importação de algodão para 2023, mantendo o mesmo volume do ano anterior.
- O prazo para inscrição é até 31 de dezembro de 2023.
- As cotas serão distribuídas com base nas solicitações de contratos, sem aceitação de novos pedidos após o prazo.
- Entre janeiro e julho de 2023, as importações de algodão caíram 74,2%, totalizando 520 mil toneladas métricas.
- A medida visa estimular o setor têxtil, que enfrenta desafios devido a fatores econômicos globais e mudanças nas preferências dos consumidores.
A China anunciou a emissão de 200 mil toneladas métricas de cotas de importação de algodão com tarifas reduzidas para 2023, mantendo o mesmo volume do ano anterior. O objetivo é atender à demanda do setor têxtil, que enfrenta uma queda significativa nas importações.
As empresas interessadas devem se inscrever até 31 de dezembro. A distribuição das cotas será feita com base nas solicitações de contratos, e não serão aceitos novos pedidos após o limite estabelecido. A informação foi divulgada pela Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma.
Entre janeiro e julho de 2023, as importações de algodão da China caíram 74,2%, totalizando apenas 520 mil toneladas métricas. Essa redução acentuada reflete os desafios enfrentados pelo setor, que busca se reerguer após um período de baixa demanda.
O governo chinês, ao manter as cotas de importação, visa estimular o mercado têxtil e garantir que as empresas possam operar com maior competitividade. A medida é vista como uma resposta à crise no setor, que tem enfrentado dificuldades devido a fatores econômicos globais e mudanças nas preferências dos consumidores.
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