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Mercantil assume a maior parte dos contratos da Crefisa com o INSS

Crefisa perde contratos com o INSS após denúncias, enquanto Mercantil assume a maioria dos serviços e pagamentos seguem garantidos para beneficiários

Wolney Queiroz, ministro da Previdência (Foto: WILTON JUNIOR)
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  • A Crefisa, responsável pela folha de pagamentos do INSS desde 2020, teve seus contratos parcialmente suspensos devido a denúncias de irregularidades, como atrasos e coação.
  • O Mercantil assumirá a maior parte dos contratos suspensos, conforme anunciado pelo Ministério da Previdência.
  • Os pagamentos programados para agosto, totalizando R$ 2,9 bilhões e abrangendo 1,7 milhão de benefícios, já foram processados e não afetarão os beneficiários.
  • O ministro da Previdência, Wolney Queiroz, assegurou que os depósitos estão garantidos e que novos benefícios serão direcionados aos segundos colocados nos leilões de cada estado.
  • A Crefisa, que tinha 25 lotes para operar até 2029, afirmou que sempre prestou serviços regulares e que a taxa de reclamações é inferior a 1%.

A Crefisa, responsável pela folha de pagamentos do INSS desde 2020, enfrenta uma suspensão parcial de seus contratos devido a denúncias de irregularidades, como atrasos nos pagamentos e coação. O Mercantil assumirá a maior parte desses contratos, conforme anunciado pelo Ministério da Previdência.

Os pagamentos programados para agosto, que totalizam R$ 2,9 bilhões e abrangem 1,7 milhão de benefícios, já foram processados e não afetarão os beneficiários. O ministro da Previdência, Wolney Queiroz, garantiu que os depósitos estão assegurados e que os novos benefícios serão direcionados aos segundos colocados nos leilões de cada estado.

A Crefisa, que detinha 25 lotes para operar a folha até 2029, agora terá sua atuação reduzida. O INSS decidiu suspender os serviços da instituição para “cessar irregularidades” e proteger o interesse público, após receber diversas reclamações de beneficiários e órgãos como Procons e o Ministério Público.

Em resposta, a Crefisa expressou surpresa com a decisão e afirmou que sempre prestou serviços regulares, investindo mais de R$ 1 bilhão em tecnologia e modernização. A instituição defendeu que não houve coação ou atrasos nos pagamentos, ressaltando que a taxa de reclamações é inferior a 1%. A Crefisa também destacou que todos os contratos são firmados com autorização dos clientes e que não há dificuldades para o recebimento dos benefícios.

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