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Ben Hunter amplia sua galeria em Londres enquanto outras fecham as portas

Ben Hunter inaugura galeria em Londres com obras de artistas contemporâneos e do século XX, buscando revitalizar o mercado de arte na cidade

Ben Hunter descreve sua organização como “estando em algum lugar entre uma galeria primária e um revendedor de arte mais tradicional” (Foto: Courtesy of the gallery)
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  • O mercado de galerias de arte enfrenta desafios, com o fechamento de instituições como Clearing e Blum.
  • Ben Hunter, ex-dealer de arte, abrirá uma nova galeria em Londres em outubro, em uma townhouse na Duke Street.
  • A galeria, que já foi sede da White Cube, terá sua inauguração durante a Frieze Week e contará com obras contemporâneas e do século XX.
  • O modelo de negócios de Hunter é pluralista, permitindo diversificação na receita e estabilidade financeira.
  • A exposição inaugural incluirá artistas como Clementine Keith-Roach e Christopher Page, além de obras de Frank Auerbach e Henry Moore.

O mercado de galerias de arte está passando por um momento desafiador, com o fechamento de instituições renomadas como Clearing e Blum. No entanto, Ben Hunter, ex-dealer de arte, está prestes a abrir uma nova galeria em Londres, em outubro, ocupando uma townhouse na Duke Street.

Hunter, que fundou sua galeria em 2018, já trabalhou com importantes dealers de arte e, após expandir suas operações, decidiu consolidar seu espaço em um edifício histórico que já abrigou a White Cube. A nova galeria, que será inaugurada durante a Frieze Week, apresentará uma exposição inaugural com obras contemporâneas e do século XX.

O modelo de negócios de Hunter é descrito como “pluralista”, permitindo que a galeria não dependa de um único artista para a maior parte da receita. Ele acredita que, mesmo em um mercado competitivo, há espaço para crescimento, desde que os custos operacionais estejam alinhados com a capacidade de vendas. Hunter enfatiza que a estabilidade financeira da galeria, com reservas de caixa, é um ponto forte.

Além disso, Hunter participa de feiras de arte, que se tornaram investimentos significativos. Ele observa que os custos de envio aumentaram drasticamente, mas essas feiras ainda oferecem um ambiente propício para transações. A nova galeria será um espaço inspirador tanto para colecionadores quanto para artistas, refletindo a ambição de seus colaboradores.

A inauguração contará com obras de artistas como Clementine Keith-Roach e Christopher Page, além de peças do século XX de Frank Auerbach e Henry Moore. Hunter busca criar um ambiente que dialogue com projetos ambiciosos de seus artistas, equilibrando o mercado primário e secundário. A expectativa é que a nova galeria se torne um ponto de referência no cenário artístico londrino.

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